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Os Quatro Nomes da Pedra Viva Ameaçadora

Mirrorthrone

The Four Names of the Living Threatening Stone

Seeking for a shining star in a dead sky
That would enlighten me a way to follow
Within the obscurity that surrounds me I trusted a lie
Pronounced by the malignant voice of sorrow

The condition of being a toy
Wounded, disrespected and betrayed

There is no purity in the human's realm
But perpetual abuses, deceits and desecrations

Cold stone feeding from my tears
Alive, it's growing so as never to disappear

This living threatening stone has four names
Which are ingenuousness, revelation, pain and shame
They were carved on my flesh and on my soul
The night when the wolves forgot how to howl

Beyond what my eyes can see
Breathing the air of my imagination
I am desperately searching for an ounce of purity
Breathing the air of my imagination…

Disillusion, sincerity is not
The evil selfishness that rose around me
Made me rot
Let the worms gnaw my suffocated body

Immemorial and immortal burden
Going hand in hand with neurosis and anguishes
Dead is the image of the unadulterated maiden
Now replaced by the evidence of the rubbish

Os Quatro Nomes da Pedra Viva Ameaçadora

Procurando uma estrela brilhante em um céu morto
Que iluminasse um caminho a seguir
Dentro da obscuridade que me cerca, confiei em uma mentira
Pronunciada pela voz maligna da dor

A condição de ser um brinquedo
Ferido, desrespeitado e traído

Não há pureza no reino humano
Apenas abusos perpétuos, enganos e profanações

Fria pedra se alimentando das minhas lágrimas
Viva, está crescendo para nunca desaparecer

Essa pedra viva ameaçadora tem quatro nomes
Que são ingenuidade, revelação, dor e vergonha
Eles foram gravados na minha carne e na minha alma
Na noite em que os lobos esqueceram como uivar

Além do que meus olhos podem ver
Respirando o ar da minha imaginação
Estou desesperadamente buscando uma gota de pureza
Respirando o ar da minha imaginação...

Desilusão, sinceridade não é
O egoísmo maligno que se levantou ao meu redor
Me fez apodrecer
Deixem os vermes roerem meu corpo sufocado

Fardo imemorial e imortal
Andando de mãos dadas com neurose e angústias
Morta está a imagem da donzela pura
Agora substituída pela evidência do lixo

Composição: