The Carrion Call
Bring out your dead...
Call of the carrion crow, civilized man had no friend
Whale of the silent sea, the ocean is yours, they've left it empty
Hawk and the emerald dove, soar and sail on wings above
Across halcyon streams, to a place where madmen once would dream
Cast your senses, to another world
Back a millennia, another time when
Savage squatters, remade the earth
And Gaia screamed
As she was raped
Then after, thereafter, she took revenge
Rusting towers, roots spreading
Asphalt cracking, under live oak
Vines entangle, the shells they once called their homes
Termination, billions composted
Germination, merged cadavers into peat
Resurrection, food for the earthworms
Fertilizing dead sward in turn
Solitude, sacrosanct, as Gaia speaks through whip-poor-wills at first daybreak
Propagation, feces and flesh fructify
Sown asunder, corpses blended with the soil
Transmutations, spill forth from Gaia's womb
Life comes screaming, overdue, on a landscape free of man
Beasts of a broken line, fill the void on silent earth
Heed the carrion call...rebirth
O Chamado dos Carniçais
Traga seus mortos...
Chamado do corvo carniceiro, o homem civilizado não tinha amigo
Baleia do mar silencioso, o oceano é seu, eles o deixaram vazio
Falcão e a pomba esmeralda, planem e naveguem em asas acima
Através de riachos serenos, para um lugar onde os loucos um dia sonharam
Lance seus sentidos, para outro mundo
De volta a milênios, outro tempo quando
Invasores selvagens, refizeram a terra
E Gaia gritou
Enquanto era estuprada
Então depois, a seguir, ela se vingou
Torres enferrujadas, raízes se espalhando
Asfalto rachando, sob o carvalho vivo
Vinhas se entrelaçam, as conchas que um dia chamaram de lar
Terminação, bilhões compostados
Germinação, cadáveres fundidos em turfa
Ressurreição, comida para as minhocas da terra
Fertilizante para o solo morto em troca
Solidão, sacrossanta, enquanto Gaia fala através dos gaviões ao amanhecer
Propagação, fezes e carne frutificam
Semeados em pedaços, corpos misturados com o solo
Transmutação, jorram do ventre de Gaia
A vida vem gritando, atrasada, em uma paisagem livre de homens
Bestas de uma linha quebrada, preenchem o vazio na terra silenciosa
Atenda ao chamado dos carniçais... renascimento
Composição: Adam Jarvis / Mark Klöppul / Netherton