To Worship Stone Gods
Enchanted idols cast amongst faint memories of ancient lore
Hidden in valleys deep within an underworld that mortals know not
These vacant wastelands spew forth perpetual blackened misery
Dead gods roam this realm as always, for always
Glorious deities, once mighty and supreme, rule no more
An usurper throne now battered, forsaken
Shadows grow long as dusk dances across jagged peaks
Statues of gods drift into slumber
Whilst day turns to night
Undead spirits roam
Still waters ripple as distant whispers transcend into dreams
To our inner spirit calling to awaken thy lost identity
Muses sing songs versed from mythical times
To rekindle sacred inner knowledge
Arcane teachings, now for eons banished
Oh forgotten totem,
Thou graven idols vanquished
A hidden world now decayed, that which was undead is dying
Infernal chaos casting shadows of misery over this dream realm
Hope dies
These faceless gods, now weep dying a ten thousand deaths agony
How man forgot to worship stone gods
Adorar Deuses de Pedra
Ídolos encantados lançados entre memórias fracas de antigas lendas
Escondidos em vales profundos dentro de um submundo que os mortais não conhecem
Essas terras desertas exalam uma miséria negra e perpétua
Deuses mortos vagam por este reino como sempre, para sempre
Deidades gloriosas, outrora poderosas e supremas, já não governam mais
Um trono usurpado agora espancado, abandonado
Sombras se alongam enquanto o crepúsculo dança sobre picos irregulares
Estátuas de deuses adormecem
Enquanto o dia se transforma em noite
Espíritos não mortos vagam
Águas calmas ondulam enquanto sussurros distantes transcendem em sonhos
Para nosso espírito interior chamando para despertar tua identidade perdida
Musas cantam canções versadas de tempos míticos
Para reacender o sagrado conhecimento interior
Ensinamentos arcanos, agora banidos por eras
Oh totem esquecido,
Tu, ídolos esculpidos, derrotados
Um mundo oculto agora em decomposição, aquilo que era não-morto está morrendo
Caos infernal lançando sombras de miséria sobre este reino dos sonhos
A esperança morre
Esses deuses sem rosto, agora choram, morrendo mil mortes de agonia
Como o homem esqueceu de adorar deuses de pedra