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Já Não Planto Mais

Moises loval

Ya No Siembro Fanegas

Cubrí las praderas de seda y terciopelo pa´ tí.
Y tú las llenastes de espinas y abrojos pa´ mí.
Volví a enterrarlas y las tapicé de raso y satén,
Y de zarzas y ortigas las volvistes a envolver.

Yo siempre vestí a tu ladera de un rojo amanecer,
Tú dejaste desnuda y fria a la mía y la echaste a arder.

Estribillo
Ya no siembro fanegas para cultivar amor para tu corazón.
Ya no labro la tierra ni preparo surcos que al garete voy yo.
Ya no esparzo semillas pa´ que me den fruto si no las riegas como yo.
Que el pantano de la ilusión se me ha secado y ni gota me queda pa´ mí corazón.

Nunca fui el sol que brillo con un fuerte resplandor,
Porque tú fuiste la luna que siempre me eclipso.
Me dejaste a oscuras en vez de en penumbra sin ninguna compasión.
Y no encontré la salida hasta que alguién me iluminó.

Yo que siempre vestí a tu ladera de un rojo amanecer.
Tú dejaste desnuda y fria a la mía y la echaste a arder.

Estribillo
Ya no siembro fanegas para cultivar amor para tu corazón..
Ya no labro la tierra ni preparo surcos que al garete voy yo
Ya no esparzo semillas pa´ que me den fruto si no las riegas como yo.
Que el pantano de la ilusión se me ha secado y ni gota me queda pa´ mí corazón.

Já Não Planto Mais

Cobrí as pradarias de seda e veludo pra você.
E você as encheu de espinhos e ervas daninhas pra mim.
Voltei a enterrá-las e as forrei de cetim e seda,
E de sarças e urtigas você as envolveu de novo.

Eu sempre vesti sua encosta com um vermelho amanhecer,
Você deixou a minha nua e fria e a pôs pra queimar.

Refrão
Já não planto mais pra cultivar amor pro seu coração.
Já não arado a terra nem preparo sulcos, que eu vou à deriva.
Já não espalho sementes pra que me deem frutos se você não rega como eu.
Que o pântano da ilusão secou e nem gota me resta pro meu coração.

Nunca fui o sol que brilhou com um forte esplendor,
Porque você foi a lua que sempre me eclipsou.
Me deixou às escuras em vez de em penumbra, sem nenhuma compaixão.
E não encontrei a saída até que alguém me iluminou.

Eu que sempre vesti sua encosta com um vermelho amanhecer.
Você deixou a minha nua e fria e a pôs pra queimar.

Refrão
Já não planto mais pra cultivar amor pro seu coração.
Já não arado a terra nem preparo sulcos, que eu vou à deriva.
Já não espalho sementes pra que me deem frutos se você não rega como eu.
Que o pântano da ilusão secou e nem gota me resta pro meu coração.

Composição: