Hasta La Basura Se Separa
Tantos mugres años cargando un mugre bajo,
mi manager me dice que ni pedo es mi trabajo,
y ahí te la vas rifando tocando en todos lados,
ya todo jorobado y ahora todo achaparrado.
Al paso de los años cuando cumples los treinta,
tienes que bajarte ya de la patineta
hay que seguir tocando puteado
y todo cucho aunque no entiendo
nada ya casi no le escucho.
Todos lampareados ya no vemos
sin los lentes por eso no rapeamos
por que se nos caen los dientes,
en nuestros toquines lameamos
de repente, pero nos orinamos
por incontinentes.
Hasta la basura se separa,
se separa la basura.
Hasta la basura se separa,
se separa la basura.
CORO*
Paco ya no canta,
el taco lo atraganta,
Miky ya no puede,
el trago lo ataranta,
Randy no la levanta,
el público lo espanta.
Tito con su genio casi
ya nadie lo aguanta.
Tanto pinche viaje el cuerpo
ya no aguanta, el whisky
y el cigarro nos jodieron
la garganta,
no rompas más guitarras que ya no son baratas,
no hacemos más headbanging
por que se nos cae la mata.
En vivo los clavados eran la pinche tranza,
o eras de boligoma o le caíamos a la masa,
ora más huevones el cuaco se nos cansa,
quién va a querer cacharnos
con esta pinche panza.
CORO*(bis)
Pasen a conocer a las super estrellas,
a nuestro camerino que está lleno de viejas,
a veces con bastón o en su silla de ruedas,
todas con depend ya pelonas y chimuelas.
CORO*
Antes ibas al doc pa que te receten,
ahora vas al doctor para que te reseteen,
algunos compromisos cansados y sin ganas,
te gusta mi cabello no son rayos son mis canas.
Afecta las neuronas fumarse tanta mota,
de tanta carne roja la gastritis y la gota,
tocábamos cabrón era nuestro momento,
ahora tocamos lento y además soy flatulento.
CORO*(bis)
Até o Lixo Se Separa
Tantos anos de sujeira carregando um peso,
meu manager diz que nem fodendo é meu emprego,
e aí você vai se arriscando tocando em todo canto,
já todo ferrado e agora todo encurvado.
Com o passar dos anos, quando você faz trinta,
você tem que descer da prancha de skate,
tem que continuar tocando, puto,
e tudo zoado, embora não entenda
nada, já quase não escuto.
Todos ofuscados, já não vemos
sem os óculos, por isso não rimamos
porque nossos dentes caem,
nos nossos shows, lambemos
de repente, mas a gente se mija
por incontinência.
Até o lixo se separa,
se separa o lixo.
Até o lixo se separa,
se separa o lixo.
CORO*
Paco já não canta,
o taco o sufoca,
Miky já não aguenta,
o trago o descontrola,
Randy não levanta,
o público o assusta.
Tito com seu gênio quase
já ninguém aguenta.
Tanto porra de viagem o corpo
já não aguenta, o whisky
e o cigarro nos ferraram
a garganta,
não quebra mais guitarras que já não são baratas,
não fazemos mais headbanging
porque a gente perde o cabelo.
Ao vivo, os viciados eram a verdadeira trapaça,
ou você era de colinha ou caíamos na massa,
hora mais vagabundos, o cavalo se cansa,
quem vai querer nos pegar
com essa porra de barriga.
CORO*(bis)
Venham conhecer as super estrelas,
a nosso camarim que tá cheio de mulheres,
às vezes com bastão ou na cadeira de rodas,
todas com depend já carecas e sem dentes.
CORO*
Antes você ia ao médico pra ele te receitar,
hoje você vai ao doutor pra ele te resetar,
alguns compromissos cansativos e sem vontade,
te gusta meu cabelo, não são raios, são meus fios brancos.
Afeta as neuronas fumar tanta maconha,
de tanta carne vermelha, a gastrite e a gota,
tocávamos pra caralho, era nosso momento,
hoje tocamos devagar e além disso sou flatulento.
CORO*(bis)