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Io
Poveri voi
senza coscienza
Tira la lenza scemo
tanto io non abbocco
Fermo nel bosco
Ti vedo cinghiale
Bevo il tuo sangue caldo
e a te sono uguale
Nelle città
polvere bianca
Dove il denaro canta
la musica tace
Dai che mi piace
morire da cervo
Cado e divento terra
nel gelido inverno
Io cado e divento terra
nel gelido inverno
Nelle città
polvere bianca
Nell'abbondanza piange
la mia generazione.
Eu
Pobres de vocês
sem consciência
Puxa a linha, seu idiota
que eu não caio nessa
Parado na mata
Te vejo como um javali
Bebo seu sangue quente
e sou igual a você
Nas cidades
pó branco
Onde o dinheiro canta
a música se cala
Vai, que eu gosto
de morrer como um cervo
Caio e me torno terra
no inverno gelado
Eu caio e me torno terra
no inverno gelado
Nas cidades
pó branco
Na abundância chora
minha geração.
Composição: