395px

Mamãe - Anarquia

Mongol Shuudan

Mama-Anarkhiia

Ehkh, ma! Rubi nalevo,
Napravo nagajkoj: khlest' po litsu.
Kakoe delo? Kakoe vremia?
Vot snova vzryv, i kranty bojtsu.
«Rubi shtandarty! PalI znamena!
Ia razreshaiu! Ia - Ataman!
Mne naplevat', kto tam splochionnyj.
Vsekh razmetaet nash uragan!»

Vot na kazatskij raz'ezd naporolis'.
«Oj, mama! Derzhi menia!
Ia ne znaiu, za chto borolis'?
Popalsia - peniaj na sebia».

Mama - Anarkhiia!
Mama - Anarkhiia!
Mama - Anarkhiia!
Mama - Anarkhiia…

Ia zarubil ofitsera v transhee.
Khren ego znaet, chego on khotel.
Ne prosi u chiornogo flaga proshchen'ia,
Ia vsekh rasstrelial. Ehto ikhnij probel.
Ehkh, predsedatel' sel'soveta
Khotel ubezhat' v chiornoj nochi.
Khot' chiornyj, khot' krasnyj, khot' sinego tsveta:
Vsekh tsvetnykh prosto naproch' mochi!

Vot vdaleke chernosotentsy skachut.
«Oj, mama! Derzhi menia!
Ia tviordo znaiu, no kakaia zadacha?
Popalsia - peniaj na sebia».

Mama - Anarkhiia!
Mama - Anarkhiia!
Mama - Anarkhiia!
Mama - Anarkhiia...

Mamãe - Anarquia

Eh, mãe! Rubi na esquerda,
Na direita, com a vara: tapa na cara.
Qual é a boa? Que horas são?
Olha, de novo a explosão, e o combate é feroz.
"Corta os estandartes! Queime as bandeiras!
Eu autorizo! Eu sou o Ataman!
Não me importa quem tá lá embaixo.
Todos vão sentir nosso furacão!"

Olha, na passagem dos cossacos, nos pegamos.
"Oh, mãe! Me segura!
Eu não sei pelo que lutamos?
Caí - a culpa é minha."

Mamãe - Anarquia!
Mamãe - Anarquia!
Mamãe - Anarquia!
Mamãe - Anarquia…

Eu matei um oficial na trincheira.
Ninguém sabe o que ele queria.
Não peça perdão à bandeira negra,
Eu matei todos. Esse é o vazio deles.
Eh, o presidente da vila
Queria fugir na noite escura.
Seja negra, vermelha ou azul:
Eu não tenho pena de nenhum deles!

Olha, lá longe os camisas negras pulam.
"Oh, mãe! Me segura!
Eu sei firme, mas qual é a missão?
Caí - a culpa é minha."

Mamãe - Anarquia!
Mamãe - Anarquia!
Mamãe - Anarquia!
Mamãe - Anarquia...