Tselka
Anarkhista oblili griaz'iu
Komissary i komsomol'tsy.
Obozvali oni ego mraz'iu,
Ozhidaia, chto on raskoletsia.
No molchal anarkhist terpelivo
I smotrel porazitel'no strogo.
Vypendriozh komsomolki soplivoj.
«Nu, chio ty na menia smorish', korova?».
A delo v tom, chto na senovale,
Kogda nashi voshli v derevniu,
Zatashchil anarkhist devchonku,
Ne kogo-nibud', a komsomolku.
Rasstegnul pred nej briuki besstyzhij,
I upala bez chuvstv devchonka.
A ochnulas', trusy v piatnakh ryzhikh,
I mokraia ot chego-to iubchonka.
S anarkhista symaiut kozhu
I predlagaiut sdelku.
No nichem uzhe ne pomozhesh',
Ved' devchonka uzhe ne tselka.
Tselka
Anarquista cobriu de sujeira
Comissários e jovens do Komsomol.
Chamaram ele de escroto,
Esperando que ele se quebrasse.
Mas o anarquista ficou em silêncio,
E olhou de forma impressionante e severa.
A jovem do Komsomol se exibiu.
"E aí, por que você tá me encarando, vaca?".
A questão é que no feno,
Quando nossa galera entrou na vila,
O anarquista puxou a garota,
Não qualquer uma, mas uma do Komsomol.
Desabotoou as calças na frente dela,
E a garota desmaiou sem sentir nada.
Quando acordou, a calcinha estava manchada,
E molhada de algo, a calcinha dela.
Do anarquista tiram a pele
E oferecem um acordo.
Mas não tem como ajudar mais,
Pois a garota já não é mais virgem.