Anarkhicheskij batal'on
Na vojne, kak na vojne: zhertvy, krov' repressii.
My shagaem po brone, plavaem na krejsere.
A v moej strane bardak, sliakot' i poshliatina,
Gde-to tam sidit durak, shliot na nas prokliatiia.
A menia zhdet viselitsa, esli ia ne otrekus'.
KehGehBehshnik veselitsia, dumaet, chto obossus'.
Esli vspykhnet zabastovka, mne na ehto naplevat',
Ia voz'mu svoiu vintovku i pojdu v der'mo streliat'.
Ved' ia vstupliu v anarkhicheskij batal'on,
Ia vstupliu v anarkhicheskij batal'on,
Ia vstupliu v anarkhicheskij batal'on…
Otzovitesia, gornisty! Vse sosali u strany,
Ved' khoteli kommunisty razrushitel'noj vojny.
Moj drugan - ottseubijtsa, zhgiot krovavye kostry.
Ne uspel eshchio smenit'sia serp i molot na kresty,
A menia zhdet gil'otina. Luchshe sdokhnut' ot toski.
Dereviannyj Buratino vse eshchio triaset mozgi.
V menia zhakhnet iz nagana samyj liutyj maroder,
No ne vypolnit on plana, tak kak iavnyj nedobor.
Ved' ia vstupliu v anarkhicheskij batal'on,
Ia vstupliu v anarkhicheskij batal'on,
Ia vstupliu v anarkhicheskij batal'on…
Mama milaia, ne plach' i sestrenka tozhe.
Ia v sebia vol'iu pervach, budu bit' prokhozhikh.
A menia patrul' voz'met, ofitser moloden'kij.
No ne tak on zapoet, kogda ia veselen'kij.
Ved' ia vstupliu v anarkhicheskij batal'on,
Ia vstupliu v anarkhicheskij batal'on,
Ia vstupliu v anarkhicheskij batal'on
Batalhão Anárquico
Na guerra, como na guerra: vítimas, sangue e repressão.
Nós marchamos sobre a armadura, navegamos no cruzador.
E na minha terra é uma bagunça, lama e sujeira,
Lá em algum lugar tem um idiota, jogando pragas em nós.
E me espera a forca, se eu não me consertar.
O KehGehBehshnik tá se divertindo, achando que eu vou me ferrar.
Se estourar uma greve, pra mim tanto faz,
Vou pegar meu fuzil e sair pra atirar no que der.
Pois eu vou entrar no batalhão anárquico,
Eu vou entrar no batalhão anárquico,
Eu vou entrar no batalhão anárquico...
Desistam, montanheses! Todos mamaram do Estado,
Pois os comunistas queriam uma guerra destrutiva.
Meu camarada - um matador de pais, queima fogueiras sangrentas.
Nem deu tempo de trocar a foice e o martelo pela cruz,
E me espera a guilhotina. Melhor morrer de tédio.
O Buratino de madeira ainda tá pirando a cabeça.
Eu sou um verdadeiro monstro, o mais feroz dos saqueadores,
Mas não vai cumprir o plano, já que é evidente a falta.
Pois eu vou entrar no batalhão anárquico,
Eu vou entrar no batalhão anárquico,
Eu vou entrar no batalhão anárquico...
Mamãe querida, não chore e irmãzinha também.
Eu sou a liberdade em pessoa, vou bater nos transeuntes.
E a patrulha vai me pegar, um oficial novato.
Mas ele não vai cantar do mesmo jeito, quando eu estiver alegre.
Pois eu vou entrar no batalhão anárquico,
Eu vou entrar no batalhão anárquico,
Eu vou entrar no batalhão anárquico.