Boþver
ilk damla düþtü, et parlýyor karanlýkta
beþ dakika sonra benim dünya ve sen hala
özgür ruhlara dair yalanlarla beslen
boþver...
ayna ýslak elleriyle suratýnda
hasta bir gülümseme, yardým etme, baðýrma
yeter ki her sözcüðü anla, ihtiyacým var buna
boþver, eskisi gibi kalsýn
boþver, kimse yaralanmasýn
sakinleþ yine ayný insanla
dilinden kopan mýsralarý hatýrla
her lanet sabah bu bilince uyandýkça
Deixa pra lá
a primeira gota caiu, a pele brilha na escuridão
cinco minutos depois, meu mundo e você ainda
se alimentando de mentiras sobre almas livres
deixa pra lá...
o espelho molhado com suas mãos
um sorriso doente, não me ajude, não grite
basta entender cada palavra, eu preciso disso
deixa pra lá, que fique como antes
deixa pra lá, que ninguém se machuque
acalme-se de novo com a mesma pessoa
lembre-se dos versos que saem da sua boca
toda maldita manhã, conforme acordamos com essa consciência