Desastre Natural
Yo sé que no me quieres hablar
Pero quiero pedirte perdón
Y si el silencio te va a alejar
Prefiero no tener la razón
A veces, nos queremos matar
Peleamos para sobrevivir
Te escribo porque quiero cambiar
Y hacerlo sin ti no va a funcionar
Contéstame, que al fin lo entendí
No siempre que llueve es un desastre natural
Y no toda enfermedad tiene que ser mortal
Y aunque todo tiemble entre los dos
Y estemos al borde de un adiós
Sé que nuestro amor no es un refugio de cristal
Todo fuera de control
Pero créeme que, al final
Siempre sale el Sol
Nunca podría vivir con perder
El tiempo que gané junto a ti
Y nos debemos reconocer
Que no cualquiera llega hasta aquí
Aún recuerdo las madrugadas que
Me solía escapar, te iba a recoger
Cuando yo apenas te estaba conociendo
Y ya sabiendo lo que te iba a querer
Noches sin dormir
Cada lágrima después de reír, ya no pido más
Contigo, nunca tengo arrepentimientos
Espera un momento
No siempre que llueve es un desastre natural (puede ser normal)
Y no toda enfermedad tiene que ser mortal (no-oh)
Y aunque todo tiemble entre los dos
Y estemos al borde de un adiós
Sé que nuestro amor no es un refugio de cristal
Me opongo rotundamente a nunca verte más
Me niego a aceptar que es por mi culpa que te vas
Y aunque todo tiemble entre los dos
Y estemos al borde de un adiós
Sé que nuestro amor no es un refugio de cristal
Todo fuera de control
Pero créeme que, al final
Siempre sale el Sol
(Siempre sale el Sol)
(Siempre)
(Siempre)
Desastre Natural
Eu sei que você não quer falar comigo
Mas quero te pedir perdão
E se o silêncio vai te afastar
Prefiro não ter razão
Às vezes, a gente quer se matar
Brigamos para sobreviver
Te mando mensagem porque quero mudar
E fazer isso sem você não vai funcionar
Me responde, que eu finalmente entendi
Nem sempre que chove é um desastre natural
E nem toda doença precisa ser fatal
E mesmo que tudo se estremeça entre nós dois
E estejamos à beira de um adeus
Sei que nosso amor não é um refúgio de cristal
Tudo fora de controle
Mas acredite em mim que, no final
Sempre sai o Sol
Nunca poderia viver com perder
O tempo que ganhei ao seu lado
E temos que reconhecer
Que não é qualquer um que chega até aqui
Ainda lembro das madrugadas que
Eu costumava escapar, ia te buscar
Quando eu mal te conhecia
E já sabendo o quanto ia te amar
Noites sem dormir
Cada lágrima depois de rir, não peço mais nada
Nunca tenho arrependimentos com você
Espera um momento
Nem sempre que chove é um desastre natural (pode ser normal)
E nem toda doença precisa ser fatal (não-ah)
E mesmo que tudo se estremeça entre nós dois
E estejamos à beira de um adeus
Sei que nosso amor não é um refúgio de cristal
Me oponho totalmente a nunca mais te ver
Me recuso a aceitar que é por minha culpa que você vai embora
E mesmo que tudo se estremeça entre nós dois
E estejamos à beira de um adeus
Sei que nosso amor não é um refúgio de cristal
Tudo fora de controle
Mas acredite em mim que, no final
Sempre sai o Sol
(Sempre sai o Sol)
(Sempre)
(Sempre)
Composição: Juan Pablo Isaza / Juan Pablo Villamil / Nicolás González / Pablo Benito / Susana Isaza