No Paso Por Alto
Dime una palabra
Aunque sea algo
Que me diga que estás bien
Que has sabido cómo alegrarte
Que no paso por alto el cantarte
Dime qué tanto has hecho
A qué te has dedicado
Si sigues mordiendo el anzuelo del pasado
Si todavía no me has olvidado
Si este nudo aún sigue enredado
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Escucho una voz en el desierto
Que me dijo que volver
No era loco cuando el viento
Me rozaba como lo hacía tu piel
Hoy apuesto todo lo que no tengo
A un solo número sin pensarlo
Y si me dejas o te quedas
Ya no sé cómo pararlo
Lo que escriben mis manos
Lo borran tus codos
Dejemos que venga un buitre
Y se coma todo
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Porque ya no me queda nada
Porque no sigues mordiendo el anzuelo del pasado
Y este nudo está desamarrado
Y no paso por alto el cantarte
Não Passo Despercebido
Diga uma palavra
Mesmo que seja algo
Que me diga que você está bem
Que soube como se alegrar
Que não passo despercebido ao cantar para você
Diga o que tem feito
A que se tem dedicado
Se ainda está mordendo o anzol do passado
Se ainda não me esqueceu
Se esse nó ainda está emaranhado
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Ouço uma voz no deserto
Que me disse para voltar
Não era louco quando o vento
Rozava como sua pele fazia
Hoje aposto tudo o que não tenho
Em um único número sem pensar
E se você me deixar ou ficar
Já não sei como parar
O que minhas mãos escrevem
Seus cotovelos apagam
Deixemos que um abutre venha
E coma tudo
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Porque já não me resta nada
Porque você não continua mordendo o anzol do passado
E esse nó está desamarrado
E não passo despercebido ao cantar para você
Composição: Juan Pablo Villamil Cortes, Juan Pablo Isaza Pineros, Simon Vargas Morales, Alejandro Posada