Menhir
Potê¯ne kurhany siêgaj¥ce nieba
Jako monument pradawnych dni.
W krainie mroku stoj¥ zapomniane
Na chwa£ê bogów,honoru i krwi.
Pogañski ogieñ wskazuje drogê
W odwieczne lasy,doliny mgie£..
Na skrzyd£ach kruka
W odmêty czasu,
Tam gdzie czekaj¥ kurhanów mg£y.
Przeciw krzy¯owi wznoszê miecz mój
Na chwa£ê bóstwom za honor swój.
Drogê wskazuje pogañski ogieñ
Menhir
Potências antigas tocam o céu
Como monumentos de dias remotos.
Na terra da escuridão, esquecidos estão
Em honra aos deuses, ao valor e ao sangue.
O fogo pagão aponta o caminho
Para as florestas eternas, vales de névoa...
Nas asas do corvo
Nos abismos do tempo,
Lá onde esperam as névoas dos túmulos.
Contra a cruz, levanto minha espada
Em honra aos deuses pelo meu valor.
O fogo pagão indica o caminho.