395px

Oráculo do Esplendor

Moria Art

Sombras se aproximam de Jerusalém
E a ameaça da assíria vem como um furacão
O cerco se ajusta em nossa direção
A afronta dos assírios desafia o Deus da criação

Cartas em minhas mãos
Céu e terra sob minha aflição
Diante de mim um cerco de morte assusta toda nação
O enviado do rei da assíria zombou de mim

Então reflita
Você confia em quem?
Pois mesmo cercado
Eu sei que tenho alguém

Eu nunca quis esta guerra
Justamente por ser o rei
Prostro minha vida em oração
E a soberba do assírio tenta me convencer
Nenhum Deus lutará por você

Diante do teu altar
Olha esta guerra
E estendo a carta diante de ti

Ouve, senhor
Sinta nosso clamor
Salva nosso povo
Se faz presente aqui
Ó tu que reinas entre os querubins
Esse é o nosso louvor
Salva-nos da mão dele
Para o mundo saber
Que só tu és o senhor

E veio a resposta
Não temas
Eu ouvi a afronta
Quanta arrogância
Escuta
Eu mesmo vou agir

Não haverá flecha sobre esta cidade
Não haverá escudo diante desta muralha
Não haverá cerco, não haverá assalto
Não haverá golpe contra Jerusalém
Nada entrará
Porque eu
Eu mesmo os matarei

Eles conhecem Jeová rafá
Conhecem Jeová Jireh
Mas hoje conhecerão
O Deus dos exércitos
O Deus da guerra
O Deus da destruição

Ouve, senhor
Sinta nosso clamor
Salva nosso povo
Se faz presente aqui
Ó tu que reinas entre os querubins
Esse é o nosso louvor
Salva-nos da mão dele
Para o mundo saber
Que só tu és o senhor

Naquela mesma noite, o anjo do senhor saiu e matou
185 mil homens no arraial dos assírios
De manhã, quando os restantes se levantaram
Lá estavam todos aqueles cadáveres

Composição: Moria Art