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O Misantrópico

M.O.R.K.

The Misanthropic

In the well of impurities evil acts with care,
Using its cycles of lust and hate.
And in the dark corner of your mind
The fragility of your consciousness consumes your soul.
Discover and see the monstrosities created by their hands.
Burn with the opening of your eyes and fall in your own misanthropic illusion.

The persuasive acts of corrupt lords awakes the touch of perdition
Sealed and abominated by fake entities who call themselves slaves of purity,
Announcing the end and acclaiming the ascension of hell.

Dig in your own grave, and wait for the silence of the dead,
And with agony, feel the miasma draining of your rotting body, consuming your flesh. The flesh, your despise for flesh.

All the glory is yours, the glory to create a God
All the blood is mine, the blood of infected lies.

Dig in your own cell, and search the strength to survive,
And with innocence, cast them down to the wonders of pain, deflecting the hate for men.
The hate that consumes your faith.

All the glory is yours, the glory to release a God
All the blood is mine, the blood of infected lies.

Born in misanthropic ground
Of great dimensions where evil don't hide,
And men preach false mysteries for the fools
With ears dominated by the wonders of hell.

O Misantrópico

No poço das impurezas, o mal age com cuidado,
Usando seus ciclos de luxúria e ódio.
E no canto escuro da sua mente
A fragilidade da sua consciência consome sua alma.
Descubra e veja as monstruosidades criadas por suas mãos.
Queime com a abertura dos seus olhos e caia na sua própria ilusão misantrópica.

Os atos persuasivos dos senhores corruptos despertam o toque da perdição
Selado e abominado por entidades falsas que se chamam de escravos da pureza,
Anunciando o fim e aclamando a ascensão do inferno.

Cave na sua própria cova e espere pelo silêncio dos mortos,
E com agonia, sinta o miasma drenando do seu corpo em decomposição, consumindo sua carne. A carne, seu desprezo pela carne.

Toda a glória é sua, a glória de criar um Deus
Todo o sangue é meu, o sangue das mentiras infectadas.

Cave na sua própria cela e busque a força para sobreviver,
E com inocência, derrube-os para as maravilhas da dor, desviando o ódio pelos homens.
O ódio que consome sua fé.

Toda a glória é sua, a glória de libertar um Deus
Todo o sangue é meu, o sangue das mentiras infectadas.

Nascido em solo misantrópico
De grandes dimensões onde o mal não se esconde,
E homens pregam mistérios falsos para os tolos
Com ouvidos dominados pelas maravilhas do inferno.

Composição: Rafael Foizer / Samuel Borge