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Adágio

Mörwen

Adaggio

Et lux in tenebris Lucet
Tenebris Lucet
Sic transit gloria mundi
Vanitas vanitatum
Et omnia vanitas
Et lux in tenebris Lucet
Tenebris Lucet
Memento mori

Majestuoso camino, de oscuros vientos perdidos
Sin brillo hoy en tus ojos, caminas en noche eterna
Ahora el viento es testigo, ahora eres parte de él
Apegos que se despiertan, vasta vanidad

En miseria profunda, gritos de soledad
Que buscan encarnarse en un canto espectral

Omnes Omnes vulnerant
Póstuma necat
Vita via est, Vita via est
Vita via est, Vita via est
Vita via est, Vita via est
Memento mori

Omnes Omnes vulnerant
Póstuma necat
Vita via est, Vita via est
Vita via est, Vita via est
Vita via est, Vita via est
Póstuma necat

Cuando las mortajas caigan
Las almas libres serán
Y con lúgubres acordes cantarán
El adaggio de tus días como un suspiro final
Marchitando aquellas flores que el rocío olvidará

Omnes Omnes vulnerant
Póstuma necat
Vita via est, Vita via est
Vita via est, Vita via est
Vita via est, Vita via est
Memento mori

Omnes Omnes vulnerant
Póstuma necat
Vita via est, Vita via est
Vita via est, Vita via est
Vita via est, Vita via est
Póstuma necat

Ahora el viento es testigo
Ahora eres parte de él
Hoy me siento perdida
Solo por amarte
La noche hoy desgarra
Con gritos de soledad
Que buscan encarnarse
En un canto espectral

Et lux in tenebris Lucet
Tenebris Lucet
Sic transit gloria mundi
Vanitas vanitatum
Et omnia vanitas
Et lux in tenebris Lucet
Tenebris Lucet
Memento mori

Adágio

E a luz nas trevas brilha
Nas trevas brilha
Assim passa a glória do mundo
Vaidade das vaidades
E tudo é vaidade
E a luz nas trevas brilha
Nas trevas brilha
Lembre-se que você vai morrer

Caminho majestoso, de ventos escuros perdidos
Sem brilho hoje nos seus olhos, você caminha na noite eterna
Agora o vento é testemunha, agora você faz parte dele
Apegos que despertam, vasta vaidade

Na profunda miséria, gritos de solidão
Que buscam se encarnar em um canto espectral

Todos, todos ferem
A morte póstuma mata
A vida é um caminho, a vida é um caminho
A vida é um caminho, a vida é um caminho
A vida é um caminho, a vida é um caminho
Lembre-se que você vai morrer

Todos, todos ferem
A morte póstuma mata
A vida é um caminho, a vida é um caminho
A vida é um caminho, a vida é um caminho
A vida é um caminho, a vida é um caminho
A morte póstuma mata

Quando os panos mortuários caírem
As almas livres serão
E com acordes lúgubres cantarão
O adágio dos seus dias como um suspiro final
Murchando aquelas flores que o orvalho esquecerá

Todos, todos ferem
A morte póstuma mata
A vida é um caminho, a vida é um caminho
A vida é um caminho, a vida é um caminho
A vida é um caminho, a vida é um caminho
Lembre-se que você vai morrer

Todos, todos ferem
A morte póstuma mata
A vida é um caminho, a vida é um caminho
A vida é um caminho, a vida é um caminho
A vida é um caminho, a vida é um caminho
A morte póstuma mata

Agora o vento é testemunha
Agora você faz parte dele
Hoje me sinto perdida
Só por te amar
A noite hoje rasga
Com gritos de solidão
Que buscam se encarnar
Em um canto espectral

E a luz nas trevas brilha
Nas trevas brilha
Assim passa a glória do mundo
Vaidade das vaidades
E tudo é vaidade
E a luz nas trevas brilha
Nas trevas brilha
Lembre-se que você vai morrer

Composição: Fabio Pava / Jhoslin alzate / Diana Peñarredonda / Yoni Osorio