Reina Inmortal
Con suspiros estridentes, se quebranta la inquietud
Se despiertan los sentidos de una mente sin piedad
Son silentes los misterios, de una fatua vanidad
Que marchita las mentiras de una piel que morirá
Despertar la oscuridad, tinieblas
Ven a mí, sedienta está la Luna
La sangre espera tu cáliz oh reina
Tejidos de niebla son presagios de tu reino
Sedientos los labios, hoy gritan tu nombre
Perverso goce del terror
Con suspiros estridentes, se quebranta la inquietud
Se despiertan los sentidos de una mente sin piedad
Son silentes los misterios, de una fatua vanidad
Que marchita las mentiras de una piel que morirá
Eterna destrucción, tu reino
Sepulcros abiertos te anhelan
Las almas hoy danzan macabros rituales
Se muere la carne, se anhela el frío aliento
Un triste presagio los bosques inunda
Campanas doblan sin pudor
Ven reina y acógeme
Arderá, morirá
Aquelarre vivo de mi desnudez
Congela mi sangre, madre reina
Roza mi piel y Hela los sentidos
Hermana Luna, canta conmigo
Delirio y martirio como coros divinos
Sepulcros sedientos de almas en pena
Ornamento para el brillo eterno de la reina inmortal
Heladas fibras marinas rompen el silencio
Y esparcen tu reino
Ven reina y acógeme
Arderá, morirá
Aquelarre vivo de mi desnudez
Destruye mi alma con tu canto inmortal
Reina de cadáveres en un mundo infernal
Tu poder, no tiene igual
Despiadada, diosa del mal
Resurge, tu magia
Que destruye, la humanidad
Reina
Inmortal
Reina
Inmortal
Reina
Rainha Imortal
Com suspiros estridentes, se quebra a inquietude
Despertam os sentidos de uma mente sem piedade
Silenciosos são os mistérios, de uma fútil vaidade
Que murcha as mentiras de uma pele que vai morrer
Despertar a escuridão, trevas
Vem a mim, sedenta está a Lua
O sangue espera teu cálice, oh rainha
Tecidos de névoa são presságios do teu reino
Sedentos os lábios, hoje gritam teu nome
Perverso gozo do terror
Com suspiros estridentes, se quebra a inquietude
Despertam os sentidos de uma mente sem piedade
Silenciosos são os mistérios, de uma fútil vaidade
Que murcha as mentiras de uma pele que vai morrer
Eterna destruição, teu reino
Sepulcros abertos te anseiam
As almas hoje dançam macabros rituais
A carne morre, anseia o frio alento
Um triste presságio inunda as florestas
Sinos dobram sem pudor
Vem, rainha, e acolhe-me
Arderá, morrerá
Aquelarre vivo da minha nudez
Congela meu sangue, mãe rainha
Toca minha pele e Hela os sentidos
Irmã Lua, canta comigo
Delírio e martírio como coros divinos
Sepulcros sedentos de almas em pena
Ornamento para o brilho eterno da rainha imortal
Fibras marinhas geladas rompem o silêncio
E espalham teu reino
Vem, rainha, e acolhe-me
Arderá, morrerá
Aquelarre vivo da minha nudez
Destrói minha alma com teu canto imortal
Rainha de cadáveres em um mundo infernal
Teu poder, não tem igual
Implacável, deusa do mal
Ressurge, tua magia
Que destrói, a humanidade
Rainha
Imortal
Rainha
Imortal
Rainha