Of Solitude And Stone
A gust of callous breath and promise
Before a shrine of haunting memoirs
Of all I long to hold again
Written in spells of Stygian starlight
In words that paint eh distant ether
And mask my wearied heart in ice
Crystalline waves of evocation
Descend from phantom fingertips
To carry me far away from here
From familiar rays of golden suns
As poised before me the silhouette
Beckons in silent tongue
Paralyzed I lie in this enchanted shroud
Buried alive, I close my eyes
In her cold, inviting arms
As tears fall from the heavens
And flood this ruined cask
To quench the deathless thirst
Into the still of eternity, I sail
Through ornate skies unknown
These cursed wings my hearse
Wring the blood from my veins
Harvest the marrow from my bone
And rest me upon a desolate apex
Of solitude and stone
Da Solidão e da Pedra
Uma rajada de respiração cruel e promessa
Diante de um santuário de memórias assombradas
De tudo o que desejo segurar novamente
Escrito em feitiços de luz estelar estigiana
Em palavras que pintam o éter distante
E mascaram meu coração cansado no gelo
Ondas cristalinas de evocação
Descem dos dedos fantasmas
Para me levar para longe daqui
Dos raios familiares dos sóis dourados
Enquanto a silhueta diante de mim
Chama em língua silenciosa
Paralisado, eu jazo neste sudário encantado
Enterrado vivo, eu fecho meus olhos
Em seus braços frios e convidativos
Enquanto lágrimas caem dos céus
E inundam este cálice arruinado
Para saciar a sede imortal
Nas águas tranquilas da eternidade, eu navego
Através de céus ornamentados desconhecidos
Estas asas amaldiçoadas são meu caixão
Espremem o sangue das minhas veias
Colhem a medula dos meus ossos
E me descansam sobre um ápice desolado
De solidão e pedra