Primeval Rush
Anesthetized sleep
Just conscious of life
Collapsing around
Us in grainy pieces
A rare alchemy of sea and stars explode
It mesmerises me
What we have known of pleasure was nothing
The frenzied passion, it strangles, suffocates
But the space intrudes, malign and ruthless
A hundred years explodes in that half moment
Stepping outside the temporal load time unstuck
For this is the peak the moment time slows down
Where gravity disappears from the vacuum
Blood rushing through ushering the rays of chaos
Everything becomes non linear, an endless space
As shivers creep down my spine all else in waves
In the conscious hour the hour of none
I feel it tighten round my throat
As i strangle out whats left
poisonous veins bulge the residue of pleasure
My skin it crawls with the primeval rush
Its strangle how the mind can twist
Wave upon demented wave just like a pulse
Poisonous veins bulge with the residue of pleasure
My skin it crawls with the primeval rush...
Wave upon demented wave just like a pulse
To one vast chord of wound
That already clots and stales
In the darkest hour the hour of none
The conscious hour the hour of none
Corrente Primordial
Sono anestesiado
Apenas consciente da vida
Desmoronando ao nosso redor
Em pedaços granulados
Uma rara alquimia de mar e estrelas explode
Isso me hipnotiza
O que conhecemos de prazer não era nada
A paixão frenética, estrangula, sufoca
Mas o espaço invade, maligno e implacável
Cem anos explodem naquele meio momento
Saindo da carga temporal, o tempo se solta
Pois este é o auge, o momento em que o tempo desacelera
Onde a gravidade desaparece do vácuo
Sangue correndo, trazendo os raios do caos
Tudo se torna não linear, um espaço sem fim
Enquanto arrepios descem pela minha coluna, tudo em ondas
Na hora consciente, a hora de ninguém
Sinto apertar ao redor do meu pescoço
Enquanto estrangulo o que sobrou
Veias venenosas incham com o resíduo do prazer
Minha pele se contorce com a corrente primordial
É sufocante como a mente pode distorcer
Onda após onda demente, como um pulso
Veias venenosas incham com o resíduo do prazer
Minha pele se contorce com a corrente primordial...
Onda após onda demente, como um pulso
Para um vasto acorde de ferida
Que já coagula e apodrece
Na hora mais escura, a hora de ninguém
A hora consciente, a hora de ninguém