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O Tumba do Manto

Mourning Beloveth

The Mantle Tomb

Are we mere space dust drifting in time to nowhere and destruction?
The corruption seeps to the purest light and that is existence
Above it all burns the stars buried in the stomach of our land
Just one more drifting chip of consciousness

Stumbling against static waves is it the machine keeping us down?
Plugged in expecting to peak
Above it all burns the stars buried in the stomach of our land
Nothing but dirt and old bones held together by dust
To crack the land and the old backbone clears the mind of stone

A cold smear of last night’s smoke the drowsing lot
Reeled in on its silver thread red dust a smell like maturing rust
Emptying days and the driving mantle gloom
Last night’s smoke the drowsing lot
Just plugged in expecting to peak buried by dirt and old bones

Are we mere space dust drifting in time to nowhere and destruction?
The corruption, it seeps to the purest light and that is existence
Above it all burns the stars buried in the stomach of our land

Mammalian spreads mute into an extended nervous system
A dense mass of consciousness, the blood of our air
There are times when we are nowhere
Falling apart it seems

There are times when we are nowhere
Falling apart at the seams
Falling apart it seems
Falling apart at the seams
Falling it seems
Apart

O Tumba do Manto

Seremos apenas poeira do espaço flutuando no tempo para lugar nenhum e destruição?
A corrupção infiltra-se na luz mais pura e isso é a existência
Acima de tudo, queimam as estrelas enterradas no ventre da nossa terra
Apenas mais um fragmento de consciência à deriva

Trombando contra ondas estáticas, é a máquina que nos mantém pra baixo?
Conectados, esperando o auge
Acima de tudo, queimam as estrelas enterradas no ventre da nossa terra
Nada além de terra e ossos velhos unidos pela poeira
Para rachar a terra e a velha coluna, clareia a mente de pedra

Uma mancha fria da fumaça da noite passada, o terreno sonolento
Enrolado em seu fio prateado, poeira vermelha, um cheiro como ferrugem amadurecendo
Dias esvaziando e a melancolia do manto
A fumaça da noite passada, o terreno sonolento
Apenas conectados, esperando o auge, enterrados por terra e ossos velhos

Seremos apenas poeira do espaço flutuando no tempo para lugar nenhum e destruição?
A corrupção infiltra-se na luz mais pura e isso é a existência
Acima de tudo, queimam as estrelas enterradas no ventre da nossa terra

Mamíferos se espalham mudos em um sistema nervoso estendido
Uma massa densa de consciência, o sangue do nosso ar
Há momentos em que estamos em lugar nenhum
Desmoronando, parece

Há momentos em que estamos em lugar nenhum
Desmoronando nas costuras
Desmoronando, parece
Desmoronando nas costuras
Desmoronando, parece
Separando-se.

Composição: