Klubnichnaia
gde menia eshche nikto nikto ne videl,
gde tebia eshche nikto nikto ne znaet,
liazhem my na kamni kak tiuleni,
ili kak polozhat,
rasplastaemsia pod solntsem uragannym,
poletim my na lunu munu munu... e!
otygraemsia na steklakh do kipen'ia,
otstupaem aviatsionnym flotom,
ehta zhenshchina namazana varen'em.
ugoniali katamarany,
nastigali solntse i
sovsem drugie zvezdy,
i zubami ne propishesh'
na gube na nizhnej -
vse!
chut'-chut' ostalos', net terpen'ia,
ozhidanie kislo:(
zapisat' vse v noty na peske nogtiami,
vyrvat' na uzory tret'ej sinej penoj,
solntsu ne otvetil, no zapisal slovami,
murav'iami padali na kafel'nye steny
p'ianymi, p'ianymi...
p'ianymi ot meda , ot volnuiushchej grudi,
esli sam i vybral-
na! poprobuj otnimi,
zakataj mne sharf po lokot'
i raznezh' kolenki spirtom,
ia nam na noch' snial polneba,
tol'ko pozabyl vziat' adres...
chto teper' skazat' taksistu?
chto teper' sovrat' tebe?
Morangos
onde ninguém nunca me viu,
de onde ninguém nunca te conhece,
nos estendemos nas pedras como focas,
ou como se fôssemos colocados,
nos espalhamos sob o sol escaldante,
vamos voar até a lua, munu munu... e!
nos divertimos nas vidraças até ferver,
recua a frota da aviação,
essa mulher está coberta de geleia.
fugiram os catamarãs,
atingiram o sol e
outras estrelas,
e com os dentes não se escreve
na boca de baixo -
tudo!
quase nada sobrou, não há paciência,
a espera azedou :(
escrever tudo em notas na areia com as unhas,
socar em padrões de espuma azul,
não respondi ao sol, mas escrevi com palavras,
formigas caíam nas paredes de azulejo.
bêbados, bêbados...
bêbados de mel, do peito que se agita,
se você mesmo escolheu -
a! tenta tirar,
me enrole um lenço no cotovelo
e amoleça os joelhos com álcool,
sonhei com o céu inteiro para a noite,
só esqueci de pegar o endereço...
o que eu vou dizer pro taxista agora?
o que eu vou te mentir agora?