Sim, sou maquinista do trem pagador
Então, não sei por que queimei a flor
Sou, sou viajante vou além
Dos fatos perdidos nesse trem
Juro, fui abismado por você
Mas não soube o tempo de fazer
Com, que o mundo inteiro entendesse
O som, impresso nas coisas a dizer
Siga, mas não se convença assim tão fácil
A vida é uma trama um descompasso
Mundo mercenário de si próprio
Vender-se faz parte do negócio
Mas eu vou parar de falar mal
Não quero que me julguem anormal
Que culpa tenho eu de enxergar
Na velha bermuda
Um corpo velho usado e desbotado
Toda uma vida dada sem rancor
Somos simplesmente a matéria
E o tempo, o professor