From The Ashes
From the ashes born, a new beginning dawns.
Disciples of chaos resurrect and form.
From beyond the grave sounds the symphony of war.
Smashing through the gates of death with ten fist-wielded scorn.
Thought the beast was dead?
Thought the grave would quiet the call?
Pity to your weapons, fable mortal craft!
Left to rot, devoured by unearthly pain.
Dead and burned, brought back to life to kill again!
A thousand screams of death greet the rising dawn.
From the ashes born!
This is rebirth, adrenaline breathing life through stagnant limbs.
Zombie teeth grinding deep, post mortem evolution.
Cutting threads of dying faith, of narrow-minded ire.
Fire raging in my veins, the lust for blood the thirst for life.
The sound of heavy boots against the marble steps.
The battering of clenched fists against the pearly gates.
Thought the beast was dead?
Thought the grave would quiet the call?
Pity to your weapons, fable mortal craft!
Left to rot, devoured by unearthly pain.
Dead and burned, brought back to life to kill again!
A thousand screams of death greet the rising dawn.
From the ashes born!
Das Cinzas
Das cinzas nasce, um novo começo surge.
Discípulos do caos ressuscitam e se formam.
Do além da sepultura soa a sinfonia da guerra.
Rompendo os portões da morte com desprezo em punhos.
Achou que a besta estava morta?
Achou que a cova calaria o chamado?
Pena das suas armas, fábula da arte mortal!
Deixado para apodrecer, devorado por dor sobrenatural.
Morto e queimado, trazido de volta à vida para matar de novo!
Mil gritos de morte saudam a aurora que se levanta.
Das cinzas nasce!
Isso é renascimento, adrenalina dando vida a membros parados.
Dentes de zumbis rangendo fundo, evolução pós-morte.
Cortando os fios da fé moribunda, da ira estreita.
Fogo ardendo nas minhas veias, a luxúria por sangue, a sede por vida.
O som de botas pesadas contra os degraus de mármore.
O estrondo de punhos cerrados contra os portões de pérola.
Achou que a besta estava morta?
Achou que a cova calaria o chamado?
Pena das suas armas, fábula da arte mortal!
Deixado para apodrecer, devorado por dor sobrenatural.
Morto e queimado, trazido de volta à vida para matar de novo!
Mil gritos de morte saudam a aurora que se levanta.
Das cinzas nasce!