Spread The Plague
Born in captivity, growing from a whisper to a scream.
A force too strong to seal within, leaking through the wounds of man.
I saw it back when it was fetus and yet my blood was ice.
I've seen it now and felt its powers, undrying well of our demise.
"So listen to the inner voice of lies"
Spread the plague, invite it, embrace it!
There's no escape when the virus takes its toll.
Spread the plague - rebirth in hatred.
Through sickness and pain.. infected, corrupted, dissolved.
Hungerless and sleepless, moving faster than light.
Over oceans, over cities, destroying bounds, infecting hearts.
I'll have to end this now, for I feel I'm not alone...
And the day the first bombs fell, who would take the blame?
Connected by blood, severed by greed, we were all infected!
All that was torn to see the dawn of a new day has forever been smashed.
The tattered pieces of yesterday are but memories, ashes and dust.
Espalhe a Praga
Nascido em cativeiro, crescendo de um sussurro a um grito.
Uma força forte demais pra ser contida, vazando pelas feridas do homem.
Eu vi isso quando era um feto e ainda assim meu sangue era gelo.
Eu vi agora e senti seus poderes, poço seco da nossa ruína.
"Então ouça a voz interior das mentiras"
Espalhe a praga, convide-a, abrace-a!
Não há como escapar quando o vírus cobra seu preço.
Espalhe a praga - renascimento no ódio.
Através da doença e da dor... infectado, corrompido, dissolvido.
Sem fome e sem sono, movendo-se mais rápido que a luz.
Sobre oceanos, sobre cidades, destruindo limites, infectando corações.
Eu tenho que acabar com isso agora, pois sinto que não estou sozinho...
E no dia em que as primeiras bombas caíram, quem assumiria a culpa?
Conectados pelo sangue, cortados pela ganância, todos nós estávamos infectados!
Tudo que foi rasgado para ver o amanhecer de um novo dia foi esmagado para sempre.
Os pedaços esfarrapados de ontem são apenas memórias, cinzas e poeira.