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Frente Final

Mygrain

Final Frontier

Fear casting this sight with its monumental shadow
Descent to the earth wearing unidentified doom

Freezing sun beyond the curtains of black
No escape from falling past the event horizon
Falling empires fading into the landscape
Shape of the formless mass of attracting everything

(Lost inside escape velocity
Falling in particles, fight the lost gravity
Celestial bodies, colliding interstellar clouds
Rendering its dense invisible interiors
Morphing to the darker space phenomena
Sucked into a new era)

Inflamed world taking stranger turns
Fight the gravity in trembling imbalance
These polluted shades, pixelated rooftops in flames
I distort my appearance

Drifting to the void with no soul
Smoke the freedom with your ashes
Grasping widespread warning, the day of reckoning
Foredoomed to wander, shaken and stranded
Transparent snow globle world
Imbalanced atmosphere shatters

Subdued to explode, the host of new life
Apperaring from these reptile eyes
The scattering of light
Capture my breath as I plunder away
I, the blind visitor, the explorer of empty skies
Tormented lives
Worms to a cosmic storms
I diverge from the form

Reformation evolving to cascade
Purging and taking our thoughts and memories away
Encroaching inside, spreading disease threadbare
Strangler of the universe, take and disperse

Warped minds disconnected, lost in reality
Reprogrammed to forget everything!

(Hypnotizing circles in the smokescreen
Cycle repeats, rebirth of a different scene
Weakened breath forming a dark bebula
New dawning of a darker era)

Dark kinetic energies invade our souls
Oblivions forming eternal black holes

Drifting to the void with no soul
Smoke the freedom with your ashes
Grasping widespread warning, the day of reckoning
Foredoomed to wander, shaken and stranded
Transparent snow globle world
Imbalanced atmosphere shatters

Frente Final

O medo projetando essa visão com sua sombra monumental
Descendo à terra vestindo um destino desconhecido

Sol congelante além das cortinas de escuridão
Sem escape da queda além do horizonte de eventos
Impérios caindo, desaparecendo na paisagem
Forma da massa amorfa que atrai tudo

(Perdido dentro da velocidade de fuga
Caindo em partículas, lutando contra a gravidade perdida
Corpos celestiais, colidindo com nuvens interestelares
Revelando seus densos interiores invisíveis
Transformando-se em fenômenos espaciais mais sombrios
Sugado para uma nova era)

Mundo inflamado tomando rumos estranhos
Lutando contra a gravidade em um desequilíbrio tremulo
Essas sombras poluídas, telhados pixelados em chamas
Eu distorço minha aparência

Flutuando para o vazio sem alma
Fumando a liberdade com suas cinzas
Apreendendo o aviso generalizado, o dia do juízo
Destinado a vagar, abalado e isolado
Mundo transparente de globo de neve
Atmosfera desequilibrada se despedaça

Submetido a explodir, o anfitrião de uma nova vida
Aparecendo desses olhos de réptil
A dispersão da luz
Captura minha respiração enquanto eu me desfaço
Eu, o visitante cego, o explorador dos céus vazios
Vidas atormentadas
Vermes em tempestades cósmicas
Eu me desvio da forma

Reformação evoluindo para uma cascata
Purificando e levando nossos pensamentos e memórias embora
Invadindo por dentro, espalhando doenças desgastadas
Estrangulador do universo, leve e disperse

Mentes distorcidas desconectadas, perdidas na realidade
Reprogramadas para esquecer tudo!

(Círculos hipnotizantes na cortina de fumaça
Ciclo se repete, renascimento de uma cena diferente
Respiração enfraquecida formando uma nebulosa escura
Novo amanhecer de uma era mais sombria)

Energias cinéticas escuras invadem nossas almas
Oblivions formando buracos negros eternos

Flutuando para o vazio sem alma
Fumando a liberdade com suas cinzas
Apreendendo o aviso generalizado, o dia do juízo
Destinado a vagar, abalado e isolado
Mundo transparente de globo de neve
Atmosfera desequilibrada se despedaça

Composição: