Enslaved (Bloody Dawn Of Pain)
I swallow ground dust
my bloody sprinkled hands
powerlessly squeeze the sword of ancestors.
I feel no pain, no sorrow any more
sweet dark of unconsciousness
covers my mind like dim curtains of distress tears
trickling down to an abyss of terror.
Bloody dawn of pain
accompanies the arrival of dark riders
who come as forerunners of death.
Burned land is covered with
bones of those who passed away
eternity took them all
in minds of enslaved
just memory remains.
Flood of tears awakes the dark of centuries
human terror enlarges immortality of dark riders.
Bloody dawn of pain
accompanies the arrivals of dark riders
who come as forerunners of death.
Escravizados (A Alvorada Sangrenta da Dor)
Eu engulo a poeira do chão
minhas mãos manchadas de sangue
apertam impotentemente a espada dos ancestrais.
Não sinto dor, nem tristeza mais
a doce escuridão da inconsciência
cobre minha mente como cortinas opacas de lágrimas de angústia
escorrendo para um abismo de terror.
A alvorada sangrenta da dor
acompanha a chegada dos cavaleiros sombrios
que vêm como precursores da morte.
A terra queimada está coberta com
os ossos dos que partiram
a eternidade os levou todos
na mente dos escravizados
só a memória permanece.
A inundação de lágrimas desperta a escuridão dos séculos
o terror humano amplia a imortalidade dos cavaleiros sombrios.
A alvorada sangrenta da dor
acompanha a chegada dos cavaleiros sombrios
que vêm como precursores da morte.