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Pontos Adjacentes

Nadie

Puntos Adyacentes

Caminando hacia lo claro
Descifrando la mentira
Que este mundo gris me ha dado

Cuántas veces enjaulado
Con el alma y la mente
Entre mis manos
Para empezar nunca es tarde
Y no quedar en el abismo atrapado

Son mis huellas que se esfuman
Y las respuestas
En puntos adyacentes
Y he caído desde muy alto
Para estrellarme
Contra el suelo y sin miedo
Cientos de veces

Y así reían de la vida o desequilibrarme
En los brazos de la muerte
Indelebles y adyacentes

Pontos Adjacentes

Caminhando em direção ao claro
Decifrando a mentira
Que esse mundo cinza me deu

Quantas vezes aprisionado
Com a alma e a mente
Entre minhas mãos
Pra começar nunca é tarde
E não ficar preso no abismo

São minhas marcas que se esvaem
E as respostas
Em pontos adjacentes
E eu caí de muito alto
Pra me estatelar
Contra o chão e sem medo
Centenas de vezes

E assim riam da vida ou tentavam me desestabilizar
Nos braços da morte
Indeléveis e adjacentes