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Suncurse (parte. Victor Calíope)

Nafandus

Suncurse (part. Victor Calíope)

From the east to the west from everywhere
There’s sweat, there’s pain but we don’t care
We were generated in the heat of thousand deadly passions
We are sons of the beat of dry bones in traction

And we’ll keeping on going even without knowing all the roads
Until the knees are on the floor as they have been before
Until we fall, until we feeling old
We’ll keep the feeling that the sun is gold
The time - is closing, sun hides - away
The sun - can hide away, but it burns – in me

For the sweat, for the pain everything seems gone
But our feet and our minds always coming home
We were generated in the heat of thousand deadly passions
We are sons of the beat of dry bones in traction

And we’ll keeping on going even without knowing all the roads
Until the knees are on the floor as they have been before
Until we fall, until we feeling old
We’ll keep the feeling that the sun is gold
The time - is closing, sun hides - away
The sun - can hide away, but it burns – in me

Carcará quando avua no cerrado vê de longe sua presa adormecer
Já está com o seu bico afiado desde a hora do sol amanhecer
Abre as asa em direção do mato não adianta tentar se esconder
Seu ataque já tá anunciado não ter dó, essa é a sua lei
Na caatinga num há ter ôto gavião ele bota pra correr
Bem-ti- vi pode até cantar alto, carcará em terra seca, ele é rei!
(Ele é rei! Ele é rei! Ele é rei!)
Seu caminho inteiro foi trilhado por debaixo de todo o seu sofrer
Carcará com seu rosto avermelhado pega, mata e come pra sobreviver!!

Suncurse (parte. Victor Calíope)

Do leste para o oeste de todos os lugares
Há suor, há dor, mas não nos importamos
Nós fomos gerados no calor de mil paixões mortais
Nós somos filhos da batida de ossos secos em tração

E continuaremos indo sem saber todas as estradas
Até que os joelhos estejam no chão como antes
Até que caíssemos, até nos sentirmos velhos
Manteremos a sensação de que o sol é ouro
O tempo - está fechando, o sol se esconde - afastado
O sol - pode se esconder, mas queima - em mim

Para o suor, para a dor tudo parece desaparecer
Mas nossos pés e nossas mentes sempre voltam para casa
Nós fomos gerados no calor de mil paixões mortais
Nós somos filhos da batida de ossos secos em tração

E continuaremos indo sem saber todas as estradas
Até que os joelhos estejam no chão como antes
Até que caíssemos, até nos sentirmos velhos
Manteremos a sensação de que o sol é ouro
O tempo - está fechando, o sol se esconde - afastado
O sol - pode se esconder, mas queima - em mim

Carcará quando avua no cerrado vê de longe sua presa adormecer
Já está com o seu bico afiado desde a hora do sol amanhecer
Abre como a em direção do mato não adianta tente se esconder
Seu ataque já foi anunciado por não ter dó, essa é sua lei
Na caatinga num há ô a gavião ele bota pra correr
Bem-tívi pode até cantar alto, carcará em terra seca, ele é rei!
(Ele é rei! Ele é rei! Ele é rei!)
Seu caminho inteiro para trilhado por debaixo de todo o seu pertencer
Carcará com seu rosto avermelhado pega, mata e come pra sobreviver !!

Composição: Claudine Albuquerque / Lucas Ravel / Lucas Santiago / Tiago Coelho