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Mariano Acosta (Descartada/Não Lançada)

NAGUAL

Mariano Acosta (Descartada/No Lanzada)

Hoy que me despierto junto a vos
Y en el campo brilla el Sol
En la instancia, la verdad, la tristeza y la lealtad

Como una brisa es pasajera
Y me lleva al infinito
Ahí donde a mí me gusta estar

La naturaleza de un señor
Desnutrido de alcohol
Amarrado a la frialdad
Que concuerda con estar

Siempre de ese lado
De esos que corren
Y no entienden que hay caminos
Que solo hay que saberlos mirar
Que aquí en mi pueblo también crecen de esas rosas

Vos solo guíame y yo iré
A dónde nadie nos conozca
Donde seamos esos extraños
Viviendo de forna tan extraña

Y así es como pude yo entender
Que la riqueza es el saber
Y la ignorancia es del que está
Esperando eso que no hay

Porque tal vez mañana, ya no tengas mañana
¿Que me importa? Si hoy te tengo
Y te puedo ver
Ya no hay distancias cuando se cree en uno mismo

Vos solo guíame y yo iré
A dónde nadie nos conozca
Donde seamos esos extraños
Viviendo una vida tan extraña

Mariano Acosta (Descartada/Não Lançada)

Hoje que eu acordo ao seu lado
E no campo brilha o Sol
Na instância, a verdade, a tristeza e a lealdade

Como uma brisa é passageira
E me leva ao infinito
Lá onde eu gosto de estar

A natureza de um senhor
Desnutrido de álcool
Amarrado à frieza
Que combina com estar

Sempre desse lado
Desses que correm
E não entendem que há caminhos
Que só precisam ser olhados
Que aqui na minha cidade também nascem essas rosas

Você só me guia e eu vou
Pra onde ninguém nos conheça
Onde sejamos esses estranhos
Vivendo de forma tão estranha

E assim eu pude entender
Que a riqueza é o saber
E a ignorância é de quem está
Esperando aquilo que não existe

Porque talvez amanhã, você não tenha amanhã
Que me importa? Se hoje eu te tenho
E posso te ver
Não há distâncias quando se acredita em si mesmo

Você só me guia e eu vou
Pra onde ninguém nos conheça
Onde sejamos esses estranhos
Vivendo uma vida tão estranha