Dirty - Colored - Knife
Comes as a dirty colored knife
Bright in mirrors' gray
One by one, a symbolized blood, reflected pits of pain
With these eyes, mesmerized, by power infection that brutally died
Hours, another dimension of moments
Moments, reflection, the countdown clock is thrown aside
Ever scarred, skinless can bite
Comes from corners, shadows might
Wounds that never heal
Scarred by time a pistols' crime
Declare the things I feel
Bleed, feed, hateful sinful crime
Bleed, feed, mankind
with these, my eyes, I remember years I've been told
"ignore, our crimes, trapped skinless and cold"
with these, my rites, I'll remember years I've been told
"ignore, our cries, trapped, skinless and.. trapped, skinless and... cold"
times of loss ever scarred again reflected pits of pain
times of loss mixed with fever and dust
in the dawn hour they cry
ever seen, ugly faces of fear
ever scared
times of loss scarred again, reflected pits of pain
With these eyes, mesmerized, by power inflection that brutally died
Hours, another dimension of moments
Moments, reflection, the countdown clock is thrown aside
Ever scarred, skinless can bite
Faca Suja e Colorida
Vem como uma faca suja e colorida
Brilhante no cinza dos espelhos
Um por um, um sangue simbolizado, poços refletidos de dor
Com esses olhos, hipnotizados, pela infecção do poder que morreu brutalmente
Horas, outra dimensão de momentos
Momentos, reflexão, o relógio da contagem regressiva é jogado de lado
Sempre marcado, sem pele pode morder
Vem dos cantos, sombras podem
Feridas que nunca cicatrizam
Marcado pelo tempo, um crime de pistola
Declaro as coisas que sinto
Sangrar, alimentar, crime pecaminoso e odioso
Sangrar, alimentar, a humanidade
Com esses, meus olhos, lembro dos anos que me contaram
"ignore, nossos crimes, presos, sem pele e frios"
Com esses, meus ritos, vou lembrar dos anos que me contaram
"ignore, nossos gritos, presos, sem pele e... presos, sem pele e... frios"
Tempos de perda, sempre marcados novamente, poços refletidos de dor
Tempos de perda misturados com febre e poeira
Na hora da aurora, eles choram
Sempre vistos, rostos feios do medo
Sempre assustados
Tempos de perda, marcados novamente, poços refletidos de dor
Com esses olhos, hipnotizados, pela inflexão do poder que morreu brutalmente
Horas, outra dimensão de momentos
Momentos, reflexão, o relógio da contagem regressiva é jogado de lado
Sempre marcado, sem pele pode morder