Unearthly Bloodism
…alone is the one who survives to humanity…
I carve my skin and pain is allowed to flow thru scars
Self abstraction from compulsive matter imploding
Saturates the weakness of meat to the corpse deflagration
Frozen movements in divine cults of satic subliminal structures
Corroision of form
Essence displaced impermanence
In monumental persistence of i
Organism shivers
While violate the vile substance
I extirpate my eyes to perpetuate the night
Which keeps the secrets of blood
Deforming in genesis of nothingness
Screaming reminescences i will disintegrate in places
Where only i can breathe
No senses serve reality
I amputate all nerves with the realm of i
I draw the vacuum
The vacuum shaping me
I condemn my blood for creating warmth
I condemn my blood for feedin' what should die
I condemn my blood for it sentences me to a past
I condemn my blood for enchaining me to humanity
Shall my order be raped by eternal titanic rises of deaths
Until the march towards the stars
Until the fall between the worms
I am the nomad sun
That roves for force of fear
I hold perception sceptre of the worlds below
Transcend beyond the man
Destroyin' this earthly blood.
Sangue Sobrenatural
…sozinho é quem sobrevive à humanidade…
Eu corto minha pele e a dor pode fluir através das cicatrizes
Auto abstração de matéria compulsiva implodindo
Satura a fraqueza da carne até a deflagração do cadáver
Movimentos congelados em cultos divinos de estruturas subliminares
Corrosão da forma
Essência deslocada da impermanência
Na persistência monumental do eu
O organismo estremece
Enquanto violam a substância vil
Eu extirpo meus olhos para perpetuar a noite
Que guarda os segredos do sangue
Deformando-se na gênese do nada
Gritando reminiscências, eu me desintegrar em lugares
Onde só eu posso respirar
Nenhum sentido serve à realidade
Eu amputo todos os nervos com o reino do eu
Eu desenho o vácuo
O vácuo me moldando
Eu condeno meu sangue por criar calor
Eu condeno meu sangue por alimentar o que deveria morrer
Eu condeno meu sangue por me sentenciar a um passado
Eu condeno meu sangue por me acorrentar à humanidade
Devo minha ordem ser estuprada por eternas subidas titânicas de mortes
Até a marcha em direção às estrelas
Até a queda entre os vermes
Eu sou o sol nômade
Que vagueia pela força do medo
Eu seguro o cetro da percepção dos mundos abaixo
Transcender além do homem
Destruindo este sangue terreno.