395px

Santo Envergonhado

Nano Stern

Fantasma Avergonzado

Soy como un fantasma avergonzado
De correr y de buscar refugio siempre en otro lado
De botar las cartas que me van llegando del pasado
Olvidar los nombres de los que hace poco me han amado

Soy como un paisaje desolado
He caido tantas veces desdde el mismo acantilado
Que en fondo de mi avismo cada vez he rebotado
Solo para darme cuenta que en el fondo no he cambiado
Un fantasma desterrado de la vida en cualquier lado
Un viajero agotado por los lastres que he cargado

Soy como un fantasma avergonzado
De correr y de buscar refugio siempre en otro lado
De botar las cartas que me van llegando del pasado
Olvidar los nombres de los que hace poco me han amado

Soy como un viajero agotado
Donde parti rumbo a un destino cada vez mas alejado
Y de ver como la vida va dejandome a su lado
Mientras pasan los lugares de mi tiempo fracturado
Un fantasma desterrado de la vida en cualquier lado
Un viajero agotado por los lastres que he cargado

Los fantasmas no proyectan luz
Se camuflan en la noche azul
Sus reflejos no se pueden ver
Sus recuerdos no quieren caer

Me levanto cada amanecer
Me pregunto si me voi a ver
Si el espejo me dibujara
Con tristesa o con felicidad
Los fantasmas no proyectan luz
Se camuflan en la noche azul

Sus reflejos no se pueden ver
Sus recuerdos no quieren caer
Me levanto cada amanecer
Me pregunto si me voi a ver
Si el espejo me dibujara
Con tristesa o con felicidad

Santo Envergonhado

Eu sou como um fantasma envergonhado
Correr e sempre buscar refúgio em outro lugar
Saltando cartas que me chegam último
Esqueça os nomes daqueles que recentemente me amastes

Eu sou como uma paisagem desolada
Eu caí muitas vezes desdde o mesmo precipício
Esse fundo do meu Avisma sempre que eu saltava
Apenas para perceber que no fundo eu não mudaram
Um fantasma banido da vida em qualquer lugar
Um viajante esgotado pelos encargos que eu carregados

Eu sou como um fantasma envergonhado
Correr e sempre buscar refúgio em outro lugar
Saltando cartas que me chegam último
Esqueça os nomes daqueles que recentemente me amastes

Eu sou como um viajante cansado
Quando parti em direção a um destino cada vez mais remota
E para ver como a vida está deixando bem ao lado
Ao passar os lugares do meu tempo fraturado
Um fantasma banido da vida em qualquer lugar
Um viajante esgotado pelos encargos que eu carregados

Fantasmas não projetar a luz
Camuflagem na noite azul
Seus reflexos não são visíveis
Suas memórias não quero cair

Levanto-me todas as manhãs
Eu me pergunto se eu voi para ver
Se o espelho eu desenho
Com tristeza ou felicidade
Fantasmas não projetar a luz
Camuflagem na noite azul

Seus reflexos não são visíveis
Suas memórias não quero cair
Levanto-me todas as manhãs
Eu me pergunto se eu voi para ver
Se o espelho eu desenho
Com tristeza ou felicidade

Composição: