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Girassol

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Girasol

Mi girasol no para de llorar
Pues sabe que se está muriendo
Lento, muy lento
Pero sus pétalos se van cayendo

Y yo no puedo evitar sentirme culpable
De esta muerte anunciada
Tan cruel y despiadada
Que acongoja a mi flor

De esta muerte anunciada
Tan cruel y despiadada
Que acongoja a mi flor

Lo siento, hoy por fin entiendo
Me robaste el aliento, yo te robé la vida
Lo siento, hoy por fin entiendo mi amor
Me robaste el aliento, yo te robé la vida

Mi girasol no quiere sonreír
Pues se están marchitando
Sus hojas, sus sueños
Sus pistilos risueños

Y yo no puedo evitar sentirme culpable
De esta muerte anunciada
Tan cruel y despiadada
Que acongoja a mi flor

De esta muerte anunciada
Tan cruel y despiadada
Que acongoja a mi flor

Lo siento, hoy por fin entiendo
Me robaste el aliento, yo te robé la vida
Lo siento, hoy por fin entiendo mi amor
Me robaste el aliento, yo te robé la vida

Lo siento, hoy por fin entiendo
Me robaste el aliento, yo te robé la vida
Lo siento, hoy por fin entiendo mi amor
Me robaste el aliento, yo te robé la vida

Mi girasol no quiere sonreír
Pues se esta marchitando
Sus hojas, sus sueños, sus pistilos risueños

Y yo no puedo evitar sentirme culpable
De esta muerte anunciada
Tan cruel y despiadada
Que acongoja a mi flor

De esta muerte anunciada
Tan cruel y despiadada
Que acongoja a mi flor

Lo siento, hoy por fin entiendo
Me robaste el aliento, yo te robé la vida
Lo siento, hoy por fin entiendo mi amor
Me robaste el aliento, yo te robé la vida

Y aunque tiene un lindo florero
No deja de ser una jaula, un agujero
Pero es que yo la quiero, yo la quiero tanto
Que me arriesgué a robármela del campo

Y lo siento, hoy por fin entiendo
Me robaste el aliento, yo te robé la vida
Lo siento, hoy por fin entiendo mi amor
Me robaste el aliento, yo te robé la vida

Girassol

Meu girassol não para de chorar
Pois sabe que está morrendo
Devagar, bem devagar
Mas suas pétalas estão caindo

E eu não consigo evitar de me sentir culpado
Por essa morte anunciada
Tão cruel e impiedosa
Que entristece minha flor

Por essa morte anunciada
Tão cruel e impiedosa
Que entristece minha flor

Sinto muito, hoje finalmente entendo
Você me roubou o fôlego, eu te roubei a vida
Sinto muito, hoje finalmente entendo, meu amor
Você me roubou o fôlego, eu te roubei a vida

Meu girassol não quer sorrir
Pois está murchando
Suas folhas, seus sonhos
Seus estames sorridentes

E eu não consigo evitar de me sentir culpado
Por essa morte anunciada
Tão cruel e impiedosa
Que entristece minha flor

Por essa morte anunciada
Tão cruel e impiedosa
Que entristece minha flor

Sinto muito, hoje finalmente entendo
Você me roubou o fôlego, eu te roubei a vida
Sinto muito, hoje finalmente entendo, meu amor
Você me roubou o fôlego, eu te roubei a vida

Sinto muito, hoje finalmente entendo
Você me roubou o fôlego, eu te roubei a vida
Sinto muito, hoje finalmente entendo, meu amor
Você me roubou o fôlego, eu te roubei a vida

Meu girassol não quer sorrir
Pois está murchando
Suas folhas, seus sonhos, seus estames sorridentes

E eu não consigo evitar de me sentir culpado
Por essa morte anunciada
Tão cruel e impiedosa
Que entristece minha flor

Por essa morte anunciada
Tão cruel e impiedosa
Que entristece minha flor

Sinto muito, hoje finalmente entendo
Você me roubou o fôlego, eu te roubei a vida
Sinto muito, hoje finalmente entendo, meu amor
Você me roubou o fôlego, eu te roubei a vida

E embora tenha um lindo vaso
Não deixa de ser uma jaula, um buraco
Mas é que eu a amo, eu a amo tanto
Que me arrisquei a roubá-la do campo

E sinto muito, hoje finalmente entendo
Você me roubou o fôlego, eu te roubei a vida
Sinto muito, hoje finalmente entendo, meu amor
Você me roubou o fôlego, eu te roubei a vida

Composição: Daniel Felipe Pinto Ojeda