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Escravo da Eternidade

Natastor

Esclavo De La Eternidad

Caminas sin importar a donde vas a ir
La penumbra de la cuadra no deja distinguir
Te das cuenta que estas solo y te armas de valor
No te detienes aunque el miedo ya te quiere vencer

Serás victima de la noche eternamente en la oscuridad
Victima de la noche sin esperanza de regresar

Sedientos de sangre a tu asecho esta
Dulce dolor el que sientes no puedes escapar
Pierdes los sentidos no puedes distinguir
La muerte te espera se acerca ya tu fin

Eres victima de la noche eternamente en la oscuridad
Victima de la noche sin esperanza de regresar

Pálida luz la que llena tu rostro
No se escucha latir ya tu corazón

Ya estas condenado a escapar de la luz
A matar por alimento, a sufrir sin dolor

Al anochecer, levantas la mirada
Y el brillo de la luna te hace suspirar
Sales a buscar placeres escondidos
Sangre que da vida a tu alma perdida

Espinas blancas entran en su piel
Suave caricia que la hace dormir
Pétalos rojos dejaras caer
Mientras apagas su vida
Sigues tu camino arrastrando dolor
Cerrando los ojos sin poder dormir
Eterno lamento de no poder ver
Otro amanecer

Ya eres victima de la noche eternamente en la oscuridad
Victima de la noche sin esperanza de regresar

Escravo da Eternidade

Caminha sem se importar pra onde vai
A penumbra da esquina não deixa ver
Percebe que está sozinho e se arma de coragem
Não para mesmo que o medo queira te vencer

Serás vítima da noite eternamente na escuridão
Vítima da noite sem esperança de voltar

Sedentos de sangue, à espreita estão
Doce dor que sente, não consegue escapar
Perde os sentidos, não consegue distinguir
A morte te espera, já se aproxima o fim

És vítima da noite eternamente na escuridão
Vítima da noite sem esperança de voltar

Pálida luz que ilumina seu rosto
Já não se ouve bater seu coração

Já estás condenado a fugir da luz
A matar por alimento, a sofrer sem dor

Ao anoitecer, levanta o olhar
E o brilho da lua te faz suspirar
Sai em busca de prazeres escondidos
Sangue que dá vida à sua alma perdida

Espinhos brancos entram em sua pele
Suave carícia que a faz dormir
Pétalas vermelhas deixarás cair
Enquanto apagas sua vida
Segues seu caminho arrastando dor
Fechando os olhos sem conseguir dormir
Lamento eterno de não poder ver
Outro amanhecer

Já és vítima da noite eternamente na escuridão
Vítima da noite sem esperança de voltar

Composição: