MENINA (MURA MASA REMIX) (part. Lua de Santana)
Plata en la guantera y una joya en la nariz (ja)
Cómo duele, cómo arde cuando echan alcohol
En una cicatriz (cucú, cucú)
En el pecho me puse un chaleco blinda'o, un llavero, cerrojo
De tanta pena, penita, nobody me quita los ojito' rojo'
Yo te juro que si fuera por mí me fugo en helicóptero
A la chingada
Pero tengo que cuidar esto mío, lo guardo cada noche arrodillada
Me puse coqueta, me forré de oro el colmillo (ñiu)
Para que cada ve' que yo sonría, se refleje mi brillo (krr)
Me vacilo la Yamaha haciendo la tarea (brrum, brrum)
Tengo serenata' que tu vieja tararea
Me fugué de la oscuridad con la chinela Versace (pónetela)
Fogata en la ciudad, peligroso, cambalache
Frango cru não tem sal, então foi pedir piri-piri
A cena tava esquisita, chegou a nega da city
Arroz e feijão (ó), ratos do porão (qué?)
Ela é a maior, filha da glória, funk furacão
Ese viejo de la esquina me grita, me dice que soy una cochina (abusadora)
Fume mari o fume mota, llevo los ojo' que parecen de China
A dónde miro, toda esa gente le gusta cocaína
No hay un Velázquez en toda la fiesta que pinte a esta menina
No me arrepiento ni me cuestiono lo que deseo (grr)
Si lo necesito, con la cuchara yo lo meneo
Hay un jurado que quiere mi grasa en el coliseo
Tanto que lo batallé (perra), mi carrera es de museo
Que el apellido borda'o, los cachete' colorao'
Me pegaron una patada en la espalda y quedé con los ojo' virao' (cash)
Mi terreno acoraza'o, la máquina el techo blinda'o (cash)
No te confíe', que la verdad nunca entera la han conta'o (eh)
El suelo lleno de aceite, el cuero bien ajusta'o (grasa)
Y todo lo tengo tan lejo', que al meno' lo rico lo quiero apreta'o (ah)
Lo domino domina'o, en el pecho clava'o
El acero que tienen la espalda del malo
Maleante de mi coração
MENINA (REMIX DO MURA MASA) (part. Lua de Santana)
Grana na gaveta e um brinco no nariz (ha)
Como dói, como queima quando jogam álcool
Na cicatriz (cucú, cucú)
No peito coloquei um colete à prova de balas, um chaveiro, um cadeado
De tanta tristeza, ninguém me tira os olhinhos vermelhos
Eu te juro que se fosse por mim, eu fugiria de helicóptero
Pra bem longe
Mas tenho que cuidar do que é meu, guardo toda noite de joelhos
Fiquei toda charmosa, coloquei ouro no dente (ñiu)
Pra que cada vez que eu sorria, meu brilho se refletisse (krr)
Tô acelerando a Yamaha fazendo a tarefa (brrum, brrum)
Tenho serenatas que sua mãe fica cantando
Fugi da escuridão com a chinela da Versace (bota ela)
Fogueira na cidade, perigoso, troca-troca
Frango cru não tem sal, então pedi piri-piri
A cena tava estranha, chegou a mina da cidade
Arroz e feijão (ó), ratos do porão (qué?)
Ela é a maior, filha da glória, funk furacão
Aquele velho da esquina grita, diz que sou uma safada (abusadora)
Fumei maconha, tô com os olhos parecendo de chinês
Aonde olho, toda essa gente gosta de cocaína
Não tem um Velázquez na festa que pinte essa menina
Não me arrependo nem me questiono o que desejo (grr)
Se eu preciso, com a colher eu dou uma mexida
Tem um jurado que quer minha gordura no coliseu
Tanto que lutei (perra), minha carreira é de museu
Que o sobrenome bordado, as bochechas coradas
Me deram uma chacoalhada nas costas e fiquei com os olhos virados (cash)
Meu terreno blindado, a máquina com o teto reforçado (cash)
Não se engane, que a verdade nunca contaram inteira (eh)
O chão cheio de óleo, o couro bem ajustado (gordura)
E tudo que eu tenho tão longe, que pelo menos o que é bom eu quero apertado (ah)
Eu domino dominado, no peito cravado
O aço que tem as costas do malandro
Malandro do meu coração
Composição: Mura Masa, Manuel Lara, Nathy Peluso