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As Estalactites Caem

Ne Obliviscaris

As Icicles Fall

Can you remember the words of our dying mother?
All winters' white and wonderful
The third eye spies the greatest pain
In league with the cycle of life feel the change

Her breath of frost upon the house of man's beating heart
Oh sleep children, such colours to be seen
Sanguine glaciers, the veins of our prelude
Fore this is where she lies mother, be our eyes
Be our eyes

As the icicles fall, moments of reverence
(The invention of all, everything calls and every life-line ignites)
The tears of mother, everlasting season
(But the phoenix empire expires, exhales the curtain call to embers)
Within us, she lives, around us, she's dying
(Fading lights blacken, garden's euphoric cowering underworld order)
The winds sing our dirge, this is where she lies
(The veiling unveiled mother, our mother beats down her ashen wings)
Mother, be our eyes

Grey and dripping the blood of mother
Feel her pain
Evolving, the shrouds she gathers
This is where she lies
In abstraction without colours
We die with the fall of the icicles
Lost to pigment the pale paradise

Swept in tow to the danse macabre
In hand to the cold grasp of time, of time
Broken shutters gape open wide
Breathing in hoarse whispers on high

Cry white-noise witch choir
Ice tears of our mother

Pillars of monolith and ice, laced with lightning
Besieged by the void, the anti-matter of mind
Once were painted walls, now they preach parched skin petals
The freeze-frame tomb unfolds for our mother, our mother

Cry white-noise witch choir
Fall of the icicles

Mother, mother, mother, mother

As Estalactites Caem

Você consegue lembrar das palavras da nossa mãe moribunda?
Todos os invernos brancos e maravilhosos
O terceiro olho espia a maior dor
Em sintonia com o ciclo da vida, sinta a mudança

Seu hálito de gelo sobre a casa do coração pulsante do homem
Oh, durmam crianças, tantas cores a serem vistas
Glaciares sanguíneos, as veias do nosso prelúdio
Pois é aqui que ela repousa, mãe, seja nossos olhos
Seja nossos olhos

Enquanto as estalactites caem, momentos de reverência
(A invenção de tudo, tudo chama e cada linha de vida se acende)
As lágrimas da mãe, estação eterna
(Mas o império da fênix expira, exala o chamado do cortina para as brasas)
Dentro de nós, ela vive, ao nosso redor, ela está morrendo
(Luzes que se apagam, o jardim eufórico se encolhe sob a ordem do submundo)
Os ventos cantam nosso lamento, é aqui que ela repousa
(A mãe velada se revela, nossa mãe abate suas asas cinzentas)
Mãe, seja nossos olhos

Cinza e pingando o sangue da mãe
Sinta sua dor
Evoluindo, os sudários que ela reúne
É aqui que ela repousa
Na abstração sem cores
Nós morremos com a queda das estalactites
Perdidos no pigmento do pálido paraíso

Arrastados para a dança macabra
De mãos dadas com o frio abraço do tempo, do tempo
Persianas quebradas se abrem amplamente
Respirando em sussurros roucos nas alturas

Grite, bruxa do coro do ruído branco
Lágrimas de gelo da nossa mãe

Pilares de monólito e gelo, entrelaçados com relâmpagos
Sitios pelo vazio, a anti-matéria da mente
Uma vez foram paredes pintadas, agora pregam pétalas de pele ressecada
O túmulo em quadro congelado se desdobra para nossa mãe, nossa mãe

Grite, bruxa do coro do ruído branco
Queda das estalactites

Mãe, mãe, mãe, mãe

Composição: Xenoyr / Ne Obliviscaris / Tim Charles