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Ruína

Necare

Ruin

Falling, sightless, the final hours have passed.
The soul becomes flightless.
The silence of the grave, the evensong.
Bereft of form and void.
Deadlights dance in the séance obscure.
And the damned lick the black tendrils of hastur.
Conjoined amidst the circles nine.
The prophecy of the soil and secret rites of the worm.
An ossuary of flesh amongst all our living tombs.
Crawling, limbless, through the pale valleys displaced of time.
Our lidless eyes forward to the ever-fixed mark.
This worm-web known as mortality.
A single, labyrinthine tier across the yawning abyss.
Whose walls are featureless and purchase - impossible.
And so begins the litany of the lie.
Scraping the precipice toward the slough of despond.
I have found strange purity in this oblivion.
Impending dissolution brings no pause.
Upon ashen splinters is my body - which is given for you.
I call the vermin to their feast, and the worms to paradise.

Ruína

Caindo, sem visão, as horas finais se foram.
A alma se torna incapaz de voar.
O silêncio da cova, o canto da noite.
Desprovida de forma e vazia.
Luzes mortas dançam na sessão obscura.
E os condenados lambem os tentáculos negros de hastur.
Unidos em meio aos círculos nove.
A profecia do solo e os rituais secretos do verme.
Um ossário de carne entre todos os nossos túmulos vivos.
Rastejando, sem membros, pelos vales pálidos deslocados do tempo.
Nossos olhos sem pálpebras voltados para a marca sempre fixa.
Essa teia de vermes conhecida como mortalidade.
Um único nível labiríntico através do abismo aberto.
Cuja paredes são sem características e a compra - impossível.
E assim começa a ladainha da mentira.
Raspando o precipício em direção ao pântano da desesperança.
Encontrei uma estranha pureza neste esquecimento.
A dissolução iminente não traz pausa.
Sobre estilhaços cinzentos está meu corpo - que é dado a você.
Chamo os vermes para sua festa, e os vermes para o paraíso.

Composição: