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Cemitério dos Inocentes

Necrodeath

graveyard of the innocents

Holding child in the lap of death
No feeling the touch of life
Denied pleasure, enormous sin
Sanctify your strife
Alive
In limbo
Chanting priest victimizes souls
Glorifying his useless God
The open ground receives the corpse
Earth purifies my blood
Nefastus stench of rotten bones
Footsteps on the earth I lie
Morbid hands will sign my grave
Torment, immaculate

New born's death
Slaves their mind
No return
In limbo I die...

They enter my domain with lust
Relentless much on holy ground
Blackest candles burn my soul
Violence, trespass...

New born's death
Slaves their mind
No return
In limbo I die... I stand at the gates of limbo...

Entering, I walk
Innocent blood I lost
Men on earth torment my ghost
Nothing I command
Deranged is my mind
Falling to the sand
Cannot open my eyes...

My tablet has changed (Sign!)
Signed with morbid
Colours (Sign!)
Death rules my veins

Trapped in this dimension
I've never known my soul
Now I feel the dead they call
I see decayed face
Appears from his lie
Feel the burning grace
Cannot open my eyes

Cemitério dos Inocentes

Segurando uma criança no colo da morte
Sem sentir o toque da vida
Prazer negado, pecado enorme
Santifique sua luta
Vivo
No limbo
Um padre entoando vitimiza almas
Glorificando seu Deus inútil
A terra aberta recebe o corpo
A terra purifica meu sangue
O fedor nefasto de ossos podres
Passos na terra onde eu estou
Mãos mórbidas vão assinar meu túmulo
Tormento, imaculado

A morte do recém-nascido
Escraviza suas mentes
Sem retorno
No limbo eu morro...

Eles entram no meu domínio com luxúria
Implacáveis em solo sagrado
As velas mais negras queimam minha alma
Violência, transgressão...

A morte do recém-nascido
Escraviza suas mentes
Sem retorno
No limbo eu morro... Eu estou na porta do limbo...

Entrando, eu caminho
Sangue inocente que perdi
Homens na terra atormentam meu fantasma
Nada eu comando
Minha mente está desvairada
Caindo na areia
Não consigo abrir meus olhos...

Minha tábua mudou (Assine!)
Assinada com mórbido
Cores (Assine!)
A morte reina nas minhas veias

Preso nesta dimensão
Nunca conheci minha alma
Agora sinto os mortos que chamam
Vejo um rosto em decomposição
Aparece de sua mentira
Sinto a graça ardente
Não consigo abrir meus olhos...

Composição: