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O Sol Não Nasce nas Prisões

Neþet Ertaþ

Hapishanelere Güneþ Doðmuyor

Hapisanelere güneþ doðmuyor
Geçiyor bu ömrüm günüm dolmuyor
Eþim dostum hiç yanýma gelmiyor

Yok mu hapisane beni arayan
Bu zindanda öleceðim gardiyan

Birer birer yoklamayý yaparlar
Akþam olur kapýlarý kaparlar
Bitmiyor geceler olmaz sabahlar

Anamdan doðalý Garip kalmýþým
Acý hapisane daha genç yaþým
Benim zindanlarda ne idi iþim

O Sol Não Nasce nas Prisões

O sol não nasce nas prisões
Essa vida passa, meu dia não enche
Meu parceiro, meu amigo, não vem me ver

Não tem ninguém na prisão que me procure
Vou morrer nesse calabouço, guarda

Um a um eles fazem a ronda
Quando chega a noite, fecham as portas
As noites não acabam, não tem amanhecer

Desde que nasci, sou um desajustado
A dor da prisão, ainda sou tão jovem
O que eu tô fazendo aqui nas masmorras?

Composição: Neset Ertas