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Perfídia

Nelson Ned

Perfídia

Nadie comprende lo que sufro yo
canto pues ya no puedo sollozar,
solo temblando de ansiedad estoy
todos me miran y se van.

Mujer,
si puedes tu con Dios hablar,
pregúntale si yo alguna vez
te he dejado de adorar.

Y al mar,
espejo de mi corazón,
las veces que me ha visto llorar
la perfidia de tu amor...

Te he buscado donde quiera que yo voy,
y no te puedo hallar,
para qué quiero otros besos
si tus labios no me quieren ya besar.

Y tú,
quien sabe por dónde andarás
quien sabe qué aventura tendrás
¡qué lejos estás de mí...!

Te he buscado donde quiera que yo voy,
y no te puedo hallar,
para qué quiero otros besos
si tus labios no me quieren ya besar.

Y tú,
quien sabe por dónde andarás
quien sabe qué aventura tendrás
¡qué lejos estás de mí...!

¡De mí...!
¡De mí...!

Perfídia

Ninguém entende o que eu sofro
canto pois já não consigo chorar,
sólo tremendo de ansiedade estou
todos me olham e vão embora.

Mulher,
se você pode falar com Deus,
pregunte a ele se eu alguma vez
te deixei de adorar.

E ao mar,
espelho do meu coração,
as vezes que me viu chorar
a perfídia do seu amor...

Eu te procurei onde quer que eu vá,
e não consigo te encontrar,
pra que quero outros beijos
se seus lábios não querem mais me beijar.

E você,
quem sabe por onde andará
quem sabe que aventura terá
quão longe você está de mim...!

Eu te procurei onde quer que eu vá,
e não consigo te encontrar,
pra que quero outros beijos
se seus lábios não querem mais me beijar.

E você,
quem sabe por onde andará
quem sabe que aventura terá
quão longe você está de mim...!

De mim...!
De mim...!

Composição: Alberto Dominguez / Pedro Flores