395px

Engane-me também

Nena Daconte

Engáñame a mí también

No estoy enamorada de tí,
pero te regalaría mi primera sonrisa del día
sólo por saber a qué sabrá tu piel, a qué sabrá tu piel.

Tu arte; el arrastrar palabras donde te escondes.
Sólo por los silencios que dejas caer entre tus secretos,
me dejaría engañar cada noche de mi vida.
Me dejaría besar, me perdería en tu boca.

Sólo quiero saber qué es estar muy cerca de tí,
que tus dedos manejen mi espalda.
Haz que crees, yo fingiré también,
que aunque mañana nos diga que todo acabó,
repetiremos cada vez que nos crucemos de nuevo.

Engáñame a mí también,
pero tropiézate conmigo.
Engáñame a mí también,
pero rómpete conmigo.
Engáñame a mí también,
tengo envidia de sus celos.

Tus ojos contienen a tu alma,
que no se escape más;
ciérralos ya o engáñame a mí también.
Miénteme cuando no esté contigo.

Engáñame a mí también,
hazme un sitio en tu recuerdo.
Engáñame a mí también,
engo envidia de sus celos.

Engane-me também

Não estou apaixonada por você,
mas te daria meu primeiro sorriso do dia
só pra saber como é sua pele, como é sua pele.

Sua arte; arrastar palavras onde você se esconde.
Só pelos silêncios que você deixa cair entre seus segredos,
me deixaria enganar cada noite da minha vida.
Me deixaria beijar, me perderia na sua boca.

Só quero saber como é estar bem perto de você,
que seus dedos toquem minha coluna.
Faça eu acreditar, eu também vou fingir,
que mesmo que amanhã nos diga que tudo acabou,
repetiremos toda vez que nos cruzarmos de novo.

Engane-me também,
mas tropece comigo.
Engane-me também,
mas quebre-se comigo.
Engane-me também,
tenho inveja dos seus ciúmes.

Seus olhos guardam sua alma,
que não fuja mais;
feche-os agora ou engane-me também.
Minta pra mim quando não estiver com você.

Engane-me também,
faz um espaço na sua memória.
Engane-me também,
tenho inveja dos seus ciúmes.

Composição: Mai Meneses