Yet The Choirs Of Vendetta
Secret envy!
Their statues lie shattered...
Like crystal chains
That binds the vain
In myriad egos lost
A roaring mechanism
An engine of sorts
Pounding without rest
Burning
Fed with chaos
And beauty
A fragrance of the dead
The flavour of decadence
Upon the gypsy's lips
Shivering in paradise
Their delusions to the furnace
Stripped of pride
Drenched in shame
Flesh and filth
Innocent thespian
Of what speakest thou?
A furnace
Burning
Fed with chaos
And beauty
Rustling leaves upon concrete
Dancing like mice to the flute
In grand bewitchment
Yet the choirs of vendetta
Shapeless, in shrouds
Praising the unicorn
And the trinity
As they stumble
And fall
Maintain postures of gala
Shading the ridicule
Of a glass arena
And a stringed minotaur
Ainda os Corais da Vingança
Inveja secreta!
Suas estátuas estão quebradas...
Como correntes de cristal
Que prendem os vaidosos
Em inúmeros egos perdidos
Um mecanismo rugindo
Uma máquina de algum tipo
Batendo sem descanso
Queimando
Alimentada pelo caos
E pela beleza
Uma fragrância dos mortos
O sabor da decadência
Nos lábios da cigana
Tremendo no paraíso
Suas ilusões para a fornalha
Despojados de orgulho
Encharcados de vergonha
Carne e sujeira
Inocente ator
Sobre o que falas?
Uma fornalha
Queimando
Alimentada pelo caos
E pela beleza
Folhas farfalhando sobre o concreto
Dançando como ratos ao som da flauta
Em grande encantamento
Ainda os corais da vingança
Sem forma, em mortalhas
Louvando o unicórnio
E a trindade
Enquanto tropeçam
E caem
Mantendo posturas de gala
Sombreamento do ridículo
De uma arena de vidro
E um minotauro de cordas