Tengo que ser yo
Se apago la ilusión
Se fue nuestro amor
No sé lo que paso
Pero tengo ser yo
Tienes que entenderlo
Hasta este trabajo
Me crea ansiedad
Y tengo que ser yo
Viajaré hacia mis raíces
Abrazada a un sueño
Porque tengo que crear mi fe
Para cambiar de vida
Aliviada mañana recitaré
Nuevas poesías en luthier
Y llegará mi calma
No tendré miedo al miedo
Y me tomaré un café
En la plaza del mercado
De mi pequeño Teruel
Y estaré a gusto sola
Sentada en hamaca
Junto al Sol de la ventana
Y al lado de mi perra cala
Leeré mi nueva novela
Sentada en hamaca
Junto al Sol de la ventana
Pintaré el paisaje mudo
Y después leeré mi vida
Será que me reencuentro
Con un trozo de felicidad
Será que se fue el miedo
Y empiezo a ser yo
Y me tomaré un café
En la plaza del mercado
De mi pequeño Teruel
Y estaré a gusto sola
Tenho que ser eu
A ilusão se apaga
Nosso amor se foi
Não sei o que aconteceu
Mas tenho que ser eu
Você tem que entender
Até este trabalho
Me causa ansiedade
E tenho que ser eu
Viajarei para minhas raízes
Abraçada a um sonho
Porque tenho que criar minha fé
Para mudar de vida
Aliviada amanhã recitarei
Novas poesias no luthier
E minha calma chegará
Não terei medo do medo
E tomarei um café
Na praça do mercado
Da minha pequena Teruel
E estarei bem sozinha
Sentada na rede
Ao lado do Sol da janela
E ao lado da minha cadela cala
Lerei meu novo romance
Sentada na rede
Ao lado do Sol da janela
Pintarei a paisagem muda
E depois lerei minha vida
Será que me reencontro
Com um pedaço de felicidade
Será que o medo se foi
E começo a ser eu
E tomarei um café
Na praça do mercado
Da minha pequena Teruel
E estarei bem sozinha
Composição: Nery González / Victoriano Pérez Fortea