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Ecos

Ni Un Hueso

Ecos

Sigo a mis latidos, aunque a veces no sean nada.
¡Siempre preferí dejarlo todo en la cancha!
Y aunque de tu olvido solo vivan mis recueros,
Ardo como el fuego cada vez que no me encuentro.

Otra vez sin rumbo vuelvo a estar del otro lado.
Ciego de emociones voy sin frenos al fracaso.
Cuento cada vuelta que mi cabeza persigue.
El espejo no solo refleja lo que pides: ¡¡También horror!!

Así van mis pasos… cada tanto vuelve el sol.
Sigo sin pensar en frenar o entretenerme
con todo el castigo que esta jungla te demanda.
¡Sueños destrozados por sus choreos y tranzas!

Calles transitadas por las muecas de la noche.
Mucha marihuana para aliviar los dolores.
Un vaso de vino acompañando mis penas,
Siempre aunque no quiera, terminó en la misma escena.

Así van mis pasos… cada tanto vuelve el sol.
Sigo sin pensar en frenar o entretenerme
con todo el castigo que esta jungla te demanda.
¡Sueños destrozados por sus choreos y tranzas!

¿No ves que la luna alumbra –siempre- sin pedirte nada?
Somos ecos del hoy que retumbaran mañana

Ecos

Eu sigo meus batimentos cardíacos, embora às vezes eles não sejam nada.
Eu sempre preferi deixar tudo na quadra!
E embora seu esquecimento apenas minhas memórias vivam,
Eu queimo como fogo toda vez que não consigo me encontrar.

Mais uma vez, sem rumo, estou do outro lado novamente.
Cego de emoções, não passo para o fracasso.
Eu conto cada vez que minha cabeça persegue.
O espelho não apenas reflete o que você pede: também horror !!

Então meus passos vão ... de vez em quando o sol volta.
Ainda não penso em desacelerar ou me divertir
com todo o castigo que esta selva exige de você.
Sonhos despedaçados pelas coreografias e tranzas!

Ruas percorridas pelas caretas da noite.
Muita maconha para aliviar a dor.
Um copo de vinho acompanha minhas mágoas,
Sempre, mesmo que ele não queira, ele acabou na mesma cena.

Então meus passos vão ... de vez em quando o sol volta.
Ainda não penso em desacelerar ou me divertir
com todo o castigo que esta selva exige de você.
Sonhos despedaçados pelas coreografias e tranzas!

Você não pode ver a lua acender - sempre - sem pedir nada?
Somos ecos de hoje que roncarão amanhã