Piel Y Cuerda Rota
Desnudas todas las cartas
Con mi mano siempre muda
Cortó las piedras al viento
Tus oídos de mentira
Un abrazo verdadero
A tu manto verde agua
El beso siempre sincero
De rodillas cachetada
Lana gris suelta en el cielo
Y paisaje de carretera
Se rogaron dos edades
Sentados en la vereda
Veo dos lenguas bailando
En las bocas siempre rojas
Los tejidos conectivos
Terminaron en pintura
Este libro se imprimió
En la piel y cuerda rota
Quisieron volar tan alto
Y se hundieron en la tierra
Mil caminos recorridos
De ojos desenfrenados
Se quedaron atascados
Vulgarmente en un zapato
Ato los hilos sur sidos
De aquel día despertado
Envuelto en ramas de canto
Suelto las manos del manto
Este libro se imprimió
En la piel y cuerda rota
Quisieron volar tan alto
Y se hundieron en la tierra
Rota Couro E Corda
Nuas todas as cartas
Com a minha mão sempre se move
Ele cortou as pedras no vento
Suas orelhas deitadas
Um abraço verdadeiro
Para sua água manto verde
O beijo sempre sincero
De tapa joelhos
Lana cinza solta no céu
E da paisagem estrada
duas idades se aplacou
Sentado na calçada
Vejo duas línguas dançando
Nas bocas vermelhas longas
tecidos conjuntivos
Eles terminaram pintura
Este livro foi impresso
Pele e corda quebrada
Eles queriam voar tão alto
E eles se afundou na terra
caminhos mil viajou
olhos de desenfreados
Eles ficaram presos
Comumente em um sapato
ATO sur fios shekels
A partir daquele dia eu acordei
Envolto em ramos que cantam
mãos soltas manto
Este livro foi impresso
Pele e corda quebrada
Eles queriam voar tão alto
E eles se afundou na terra