Tricholithiomaniac
In the silent corners of my mind, echoes linger
A tug, a pull, a silent scream, my hands against my will
Each strand a story, each pluck a scar
In the darkness of my soul, I wander far
They tell me to stop
They scream for me to stop
They cut my fingers, but I carry on
Like a tricholithiomaniac, caught in this dance
A twist of fate, a sweet revenge in my trance
Echoes of whispers, shadows of pain
In every lost hair, I break free from the chain
Fingers trace the paths of sorrow, where memories reside
In every strand, I find relief, a secret place to hide
But the echoes call me back, a siren song so sweet
In the war within my heart, there is no retreat
They tell me to follow
They scream to forget
They cut my hair, but I carry on
Like a tricholithiomaniac, trapped by this curse
A spiral of echoes, a sweet revenge reversed
With every pull, a piece of me remains
But in the silence afterward, I find the strength to change
In the mirror's reflection, the echoes fade
A sweet revenge blooms, in the scars I've made
The cycle breaks, the echo fades to dust
In the ashes of my pain, I rise because I must
Like a tricholithiomaniac, free from this trance
The echoes silenced, in my final stand
A sweet revenge claimed, in every loose thread
In the echoes of my past, I finally grow
Tricholithiomaníaco
Nos cantos silenciosos da minha mente, ecos permanecem
Um puxão, uma pressão, um grito silencioso, minhas mãos contra a vontade
Cada fio uma história, cada puxada uma cicatriz
Na escuridão da minha alma, eu vagueio longe
Eles me dizem para parar
Eles gritam para eu parar
Eles cortam meus dedos, mas eu sigo em frente
Como um tricholithiomaníaco, preso nessa dança
Um giro do destino, uma doce vingança na minha transe
Ecos de sussurros, sombras de dor
Em cada cabelo perdido, eu me liberto da corrente
Os dedos traçam os caminhos da tristeza, onde as memórias residem
Em cada fio, eu encontro alívio, um lugar secreto para me esconder
Mas os ecos me chamam de volta, uma canção de sereia tão doce
Na guerra dentro do meu coração, não há como recuar
Eles me dizem para seguir
Eles gritam para eu esquecer
Eles cortam meu cabelo, mas eu sigo em frente
Como um tricholithiomaníaco, preso por essa maldição
Uma espiral de ecos, uma doce vingança revertida
A cada puxada, um pedaço de mim permanece
Mas no silêncio depois, eu encontro a força para mudar
Na reflexão do espelho, os ecos desaparecem
Uma doce vingança floresce, nas cicatrizes que fiz
O ciclo se quebra, o eco se desfaz em poeira
Nas cinzas da minha dor, eu me levanto porque preciso
Como um tricholithiomaníaco, livre dessa transe
Os ecos silenciados, na minha última resistência
Uma doce vingança reivindicada, em cada fio solto
Nos ecos do meu passado, eu finalmente cresço