Emanation Of Your Umbra
Singing aloneness while the choir listens
With my rotten voice broken because of you
Feeling like I'm trapped in an abbey
Inside these monastery walls my voice loses loudness
The emanation of your umbra
Hunts my deepest dream, I'm lost in you
I'm the dark sunspot in your turpitude
Enchanting every continuance your ardor
Extirpating any minimal creed left
Your ductile skin I'm hankering
Reckless is their objection of our love
Our dimness laying on a cemetery
Dancing this satanic poem
At dusk with you my ruler
Blur the rest of the world is
We are alone in our hunting lightlessness
The fog that illuminated my emptiness before, has gone
I'm full of your entity, I'm fawning your taste
Longing and glooming your libido
Instead Virgin Mary never felt this fire inside [x4]
Shall we burn in hell unitedly
For these sins we gave birth [x4]
Extirpating any minimal creed, left
Your ductile skin I'm hankering
Reckless is their objection of our love
Our dimness laying on a cemetery
Dancing this satanic poem
At dusk with you my ruler
Blur the rest of the world is
We are alone in our hunting lightlessness
Emanações da Sua Sombra
Cantando a solidão enquanto o coro escuta
Com minha voz podre quebrada por sua causa
Sentindo como se estivesse preso em uma abadia
Dentro dessas paredes de mosteiro minha voz perde volume
A emanação da sua sombra
Persegue meu sonho mais profundo, estou perdido em você
Sou a mancha solar escura na sua turpitude
Encantando cada continuidade do seu ardor
Extirpando qualquer mínima crença que restou
Sua pele maleável eu anseio
Imprudente é a objeção deles ao nosso amor
Nossa escuridão repousando em um cemitério
Dançando este poema satânico
Ao crepúsculo com você, minha soberana
Desfocando o resto do mundo que é
Estamos sozinhos em nossa caça à falta de luz
A névoa que iluminava minha solidão antes, se foi
Estou cheio da sua essência, estou me rendendo ao seu gosto
Ansiando e mergulhando na sua libido
Enquanto a Virgem Maria nunca sentiu esse fogo dentro [x4]
Vamos queimar no inferno unidos
Por esses pecados que geramos [x4]
Extirpando qualquer mínima crença que restou
Sua pele maleável eu anseio
Imprudente é a objeção deles ao nosso amor
Nossa escuridão repousando em um cemitério
Dançando este poema satânico
Ao crepúsculo com você, minha soberana
Desfocando o resto do mundo que é
Estamos sozinhos em nossa caça à falta de luz