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Silvara

Nihili Locus

Silvara

Fogs sweep away my wishes, beyond their sinuous run
Nothing is endless, i don't remember my tale.
Under the sky embroidered
With stars that wou embrace every night,
I pick up your last dreams,
And i hear the fleeting tune of your glooms.
I aim at the drawing of the run of your life,
And your coldness, that runs after the fogs
And penetrates into my bones.
Your soul seems to dance in front of me,
Dressed in white, with her slender hands raising
To get to god, and every leaf under your feet
Stands for a year wasted to find him.
Silvery wood rise, set up to the eternal night,
To pull away the veil of this blasphemous light.
Silvery wood cry, for the shades of the night,
While the wind blows the song of your eternal sigh.
My soul is lost in your harmonious world.
The wood is showing its real face,
The moon quivers in silvara's embrace.

Silvara

Névoas levam meus desejos, além de sua corrida sinuosa
Nada é eterno, não lembro da minha história.
Sob o céu bordado
Com estrelas que abraçam cada noite,
Eu recolho seus últimos sonhos,
E ouço a melodia passageira das suas tristezas.
Eu miro no desenho da corrida da sua vida,
E sua frieza, que corre atrás das névoas
E penetra nos meus ossos.
Sua alma parece dançar na minha frente,
Vestida de branco, com suas mãos finas levantadas
Para alcançar Deus, e cada folha sob seus pés
Representa um ano perdido para encontrá-lo.
Madeira prateada se ergue, preparada para a noite eterna,
Para afastar o véu dessa luz blasfema.
Madeira prateada chora, pelas sombras da noite,
Enquanto o vento sopra a canção do seu suspiro eterno.
Minha alma está perdida no seu mundo harmonioso.
A madeira está mostrando seu verdadeiro rosto,
A lua treme no abraço de silvara.

Composição: