Desde Madrid
Se me caducaron las semanas sin ti,
pasando por alto cada paso que di:
todos los abrazos rotos;hasta demasiado parecia poco.
Descuide mi propia voluntad. que estupida esta forma de callar.
(Estribillo)
Das por hecho que mi piel es para ti,
no aguantare otro invierno aqui en Madrid.
ataria tus alas a mi espalda,
gritaria tu nombre.
Imposible si me escondes al sol.
Se acostaron mis delirios,
cansados ya de este laberinto hecho a medida
y sin protestar.
Sobre las aceras nieve.
Este corazon helado no se mueve,
no recibe suficiente amor y por eso cambia de color.
(Estribillo)
Das por hecho que mi piel es para ti,
no aguantare otro invierno aqui en Madrid...
(Estribillo)
Desde Madrid
As semanas sem você venceram a validade,
ignorando cada passo que eu dei:
todos os abraços quebrados; até parecia pouco demais.
Deixei de lado minha própria vontade, que forma estúpida de ficar em silêncio.
(Refrão)
Você acha que minha pele é só pra você,
não vou aguentar outro inverno aqui em Madrid.
Amarraria suas asas nas minhas costas,
gritaria seu nome.
Impossível se você me esconde do sol.
Meus delírios foram se deitar,
cansados desse labirinto feito sob medida
e sem protestar.
Sobre as calçadas, neve.
Esse coração gelado não se move,
não recebe amor suficiente e por isso muda de cor.
(Refrão)
Você acha que minha pele é só pra você,
não vou aguentar outro inverno aqui em Madrid...
(Refrão)