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Devagar

Nika

Lento

Aun comparto mi almohada,
pero no lo abrazo a el y,
al busca desesperada,
no te encuentro en mi pincel.
Desconozco tu sentir.
Reconzco mi torpeza de
negarme a compartir y dormirme en la tristeza.
Necesito crecer y cortar de raiz

Nunca Hablamos de los dos
y que fue del viaje a un futuro mejor.
Dejas ir a una mujer que finge al reir.

Tropezamos tantas veces
para volver a caer,
aun sabiendo que el
peligro nos podia sorprender.
¿De que vale lamentarse?
¿De que sirve arrepentirse?
Si el pasado nunca vuelve...
pero quedan cicatrices.
Necesito creer y
empezar desde el fin.

Es imposible renunciar a los latidos que vida me dan.

Es Imposible renunciar a los latidos que vida me dan.

Devagar

Ainda comparto meu travesseiro,
mas não o abraço e,
na busca desesperada,
não te encontro no meu pincel.
Desconheço seu sentir.
Reconheço minha falta de jeito de
me negar a compartilhar e adormecer na tristeza.
Preciso crescer e cortar pela raiz

Nunca falamos sobre nós
e o que foi da viagem a um futuro melhor.
Deixa ir uma mulher que finge ao rir.

Tropeçamos tantas vezes
para voltar a cair,
ainda sabendo que o
desafio podia nos surpreender.
De que adianta lamentar?
De que serve se arrepender?
Se o passado nunca volta...
mas ficam cicatrizes.
Preciso acreditar e
começar do fim.

É impossível renunciar aos batimentos que vida me dão.

É impossível renunciar aos batimentos que vida me dão.

Composição: